Chegamos ao BOTA com “yoteviati à mesa“, o encontro que explora o que acontece quando partilhamos um lugar com alguém.
Aqui, vais encontrar fotografias em postais que se perdem, uma a uma, para quem as leva consigo. Em troca, uma mesa recebe o que fica: palavras, traços, recados e pequenas descobertas sobre Lisboa vivida por quem passa
Queres experimentar a improvisação vocal coletiva?
Nos dias 29 de agosto e 1 de setembro, a BOTA abre as portas para duas sessões especiais de experimentação orientadas por Aixa Figini, antes do regresso dos encontros regulares do Coro Improvisado.
Artista franco-brasileira, pianista, cantora e compositora, Julia constrói uma música profundamente sensível e cinematográfica, onde o jazz, a canção francesa, a música brasileira e experimentações pop se encontram em um universo singular. Seu primeiro álbum, Chimères, produzido por Diogo Strausz, chamou atenção por sua riqueza estética e força poética, recebendo destaque na imprensa especializada, incluindo menção na revista Rolling Stone. Em cena, Julia mistura piano, voz, sintetizadores e looper em performances intensas e delicadas ao mesmo tempo, criando uma experiência envolvente entre a canção e a improvisação.
Kat Pereira é uma multi-instrumentista, produtora e sinesteta canadiana, filha de mãe açoriana de São Miguel, que cria electro-pop luminoso e maximalista em francês e inglês. Inspirada por Erykah Badu, Hiatus Kaiyote e Saya Gray, mistura poesia politicamente empenhada, melodias cativantes e texturas hyperpop, jazz e eletrónicas. Ao vivo, convida o público para uma experiência cheia de luz, groove e ligação. Este concerto marca a sua primeira passagem em Portugal com o seu projeto musical: um momento para se reconectar com as suas raízes e convosco.
O ciclo de conversas “Centro(s) e Periferia(s)” se propõe como um espaço de conversa pública e convívio em torno das Independências e das contracolonialidades, considerando as formas de ocupação e criação da cidade, e as afetações entre culturas e os trânsitos de pessoas entre territórios (tanto dentro da cidade como entre continentes). Estas sessões decorrerão em espaços públicos em Arroios, na Quinta do Mocho e na Cova da Moura.
Vitória Faria & Ed Woiski apresentam um espetáculo que explora o diálogo entre tradição e contemporaneidade na música brasileira.
Noelia Sinkunas é uma pianista, compositora e produtora argentina, reconhecida pela sua combinação inovadora de tango e chamamé com estilos contemporâneos. Venceu o Prémio Gardel de 2023 pelo álbum "Salve", lançou o seu quarto álbum, "Unión y Perseverancia" e recentemente o seu quinto “Las Cuatro Estationes”, com colaborações de músicos de destaque. Noelia já atuou pela América Latina e Europa, cativando plateias e colaborando com diversos artistas.
Documentário sobre o Clóvis Moura, historiador, sociólogo, poeta e jornalista piauiense, que adquiriu cidadania marxista na Bahia nos anos 1940 e espalhou sua obra a partir de São Paulo nos anos 1950 para fazer tremer os alicerces da historiografia oficial sobre o Negro no Brasil e municiou a militância dos movimentos negros nacionais com sua pluma vigorosa e revolucionária.
O ciclo de conversas “Centro(s) e Periferia(s)” é um dos eixos da programação do projecto Vozes das Independências, e se propõe como um espaço de conversa pública e convívio em torno das Independências e das contracolonialidades, considerando as formas de ocupação e criação da cidade, as afetações entre culturas e os trânsitos de pessoas entre territórios (tanto dentro da cidade como entre continentes).
Versário, o verso do cantautor, o in-verso da indústria, a canção como protagonista.
No Show Versário, Conrado Pera apresenta canções marcantes de sua carreira, releituras e canções inéditas.
Com mais de 20 anos de trajetória na música, o guitarrista, compositor e cantautor argentino radicado em Lisboa, Franco Dall’Amore, apresenta seu recém-lançado primeiro álbum de autor: “Horas Valiosas”, onde afirma uma nova dimensão artística como cantor.
“Horas Valiosas” propõe uma escuta íntima centrada na voz e na guitarra de nylon, cruzando o folclore argentino com influências brasileiras, e refletindo sobre o tempo, a memória e a experiência humana.
Para a última sessão do ciclo exibimos a “A Lei da Terra”, de Solveig Nordlund, Alberto Seixas Santos. O filme, inserido no cinema militante, documenta o processo da reforma agrária no Alentejo seguindo a ocupação de terras pelos camponeses e a tentativa de criação de novas relações laborais e de propriedade.
No final da sessão haverá uma conversa com Solveig Nordlund.
O ciclo de conversas “Centro(s) e Periferia(s)” é um dos eixos da programação do projecto Vozes das Independências, e se propõe como um espaço de conversa pública e convívio em torno das Independências e das contracolonialidades, considerando as formas de ocupação e criação da cidade, as afetações entre culturas e os trânsitos de pessoas entre territórios (tanto dentro da cidade como entre continentes).
O produtor e vocalista Mista Sanches regressa à BOTA Anjos para mais uma noite de hip-hop, reggae, batuque cabo-verdiano e ritmos da Capoeira. Será acompanhado por uma banda ao vivo, e o espetáculo contará com convidados especiais que prometem animar a noite. À semelhança do ano passado, o evento apoiará diretamente a BARIMBIKU (@barimbiku), residência artística por países africanos organizada de forma independente pelo artista.
Cantor, compositor e violonista Fred Martins regressa a Lisboa para um espetáculo que celebra o encontro entre a canção popular de matriz ibérica e a sua profunda raiz musical carioca. Num formato intimista de voz e violão, Fred apresenta um repertório que percorre momentos marcantes da sua trajetória artística. O concerto reúne canções emblemáticas da sua autoria — incluindo composições sobre poemas de Fernando Pessoa e Sá de Miranda, bem como temas gravados por artistas como Ney Matogrosso, Marisa Liz, Joana Amendoeira e Adriana Calcanhoto — e revisita verdadeiras pérolas do cancioneiro português.
Eva Parmenter é uma das mais destacadas concertinistas em Portugal. Como intérprete, e também como compositora, propõe novos caminhos na exploração de um instrumento tradicionalmente associado à música popular numa era em que as fronteiras estilísticas se vão diluindo e tornando cada vez mais porosas. Desde sempre transporta uma insaciável sede pela viagem, numa eterna busca por músicos e músicas das mais diversas proveniências. Fluindo nesta saudável inquietação, vai desenhando a matriz da sua identidade musical.
Com estilo musical fortemente influenciado por Pablo Hled Buoyancy Band, Kenny Wheeler e Thelonious Monk, o quarteto é formado por alunos do Conservatório de Rotterdão. Nos seus concertos, exploram as suas próprias composições, na sua maioria escritas por Simon Moeren, através da interação num ambiente compacto e intimista
ĀNANADAM é um coletivo de artistas de diferentes culturas que criam uma fusão inovadora, ancestral, exuberante e, ao mesmo tempo, meditativa. Muitos comentaram que é uma experiência transformadora. O concerto é uma viagem musical através de diversas dimensões, utilizando micro-tons, mantras, improvisação, ritmos complexos e criatividade coletiva.
De volta a Portugal, Gustavito traz à BOTA a estreia do concerto “Abrindo Miração”, apresentando pela primeira vez o repertório de seu novo álbum, cujo primeiro single, “Filha das Ondas”, vai a público nesse mesmo dia. Com canções que mesclam a MPB e a Música Medicina, o público pode esperar novidades e também as canções favoritas que não podem faltar.
O PubhD Lisboa é uma sessão mensal que leva a pesquisa de doutorado do laboratório para o bar. São feitas apresentações de 10 minutos de investigadores de diversas áreas — da física e biologia às ciências sociais e humanas — seguidas de discussões abertas e interação guiada pela curiosidade. Informal, acessível e gratuito.
Ao vivo, Perter Piek mistura o seu mundo sónico colorido com uma rede de sintetizadores, máquinas de percussão, e guitarras. A sua voz paira sobre tudo, às vezes delicada, às vezes poderosa. O espectáculo é elevado por visuais em tempo real: formas abstractas, explosões de cor, e instantes de luz. O resultado é um concerto que funde performance, pintura, e experimentação eletrónica - uma experiência imersiva que grativa a audiência para o seu mundo de som e cor.
Esta é a segunda Sessão de Escuta.
A viagem volta-se para dentro, explorando identidade, dúvida e a silenciosa busca pelo eu, além das expectativas, das ilusões e dos papéis que herdamos. precisamos de um lugar aonde ir.
Cantautor e ritmista brasileiro radicado em Lisboa, Martini trança o cordão de cantautor com fios do amor, da saudade, do abraço, do luto, e do Mar. Neste concerto, com direção de Raul Misturada, Martini apresenta seu novo álbum, Caminhão de Mudança, construído com o batuque do cavaco e com as penas das palavras.
Na segunda sessão do ciclo de cinema 33/76, exibimos “A Morte de Uma Cidade”, de João Rosas. Um filme que se foca no quotidiano dos trabalhadores de um estaleiro de obras, e tem como plano de fundo a crescente gentrificação e turistificação da cidade de Lisboa.
Após a exibição, o realizador João Rosas e a ex-secretária geral da CGTP, Isabel Camarinha, são os convidados para uma uma conversa sobre trabalho e imigração.
São 40 anos de Peste & Sida na linha da frente do rock nacional! Quatro décadas a chutar o balde, a agitar palcos e a assinar a banda sonora da vida de milhares de portugueses.
O ponto de encontro está marcado no BOTA para uma noite histórica que promete fazer tremer o asfalto de Lisboa.
Afinal de contas… São 40 anos de música e festa… Velhos?
São os trapos… e nós ralados!
Encontro inédito entre dois dos mais destacados improvisadores lusos, Rodrigo Amado e Hernâni Faustino, e o baterista sueco Kjell Nordeson, figura maior do jazz de vanguarda mundial, actualmente a viver em São Francisco e com profundas ligações à cena jazz de Chicago. Praticando uma música totalmente improvisada, sem recurso a quaisquer estruturas ou harmonias pré-definidas, este trio irá desenvolver uma música orgânica, livre, fortemente intuitiva, com ligações profundas à tradição do jazz, das suas raízes mais puras, como o gospel ou o blues, às suas encarnações mais complexas, modernas e sofisticadas.
Milai é uma artista de R&B/Soul que transforma emoção, vulnerabilidade e autenticidade em música. Através de uma sonoridade íntima e envolvente, cria espaços de conexão onde a alma, a nostalgia e o crescimento pessoal se encontram. Após o lançamento do seu mais recente EP, Echoes of the Soul, Milai apresenta & Friends: Between Echoes — uma noite especial de música ao vivo, partilha e colaboração artística.
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O nome “LITÁ” provém de uma antiga palavra ucraniana que significa “anos”, evocando memória, tempo e tradições esquecidas, mas também o verão e o voo da voz e do espírito. O trabalho artístico dos Litá Folk Band destaca as tradições musicais e coreográficas de várias regiões da Ucrânia, onde o canto, a música instrumental e a dança formam uma expressão única e inseparável.