Programação
João Mesquita
João Mesquita apresenta o seu primeiro álbum Olheiras, uma obra profundamente introspectiva, que traduz emoções cruas e sem filtros, sem seguir narrativas estruturadas. O artista aborda a composição como uma expressão direta do que sente no momento, explorando temas como solidão, saudade, raiva, ciúme, mas também amizade, alegria e esperança. "Olheiras" foi produzido por João Mesquita e com coprodução de João Borsch, conta com participação de mais de 20 músicos: o disco combina guitarras, teclados, baixo, bateria e voz, incluindo elementos orquestrais e sintetizadores. As influências vão da música clássica e bandas sonoras (Wagner, Herrmann, Badalamenti) ao pop mainstream (Olivia Rodrigo, Dua Lipa, The Weeknd) e MPB (João Bosco, Bala Desejo).
O título Olheiras simboliza maturidade e o esforço emocional e físico investido no projeto. O álbum será lançado a 30 de janeiro de 2026.
Vasco Ribeiro e o Apoio mútuo
Vasco Ribeiro é um cantautor e artista multidisciplinar. Cabecilha do projeto Vasco Ribeiro & Os Clandestinos e co-criador do projeto de música popular portuguesa Voz-Quando-Foge. Volta à BOTA, desta vez em nome próprio, para um concerto de apresentação e angariação de fundos para o novo álbum "Apoio Mútuo". Bem acompanhado por Rafael Osório de Castro, nas guitarras, e Francisco Nogueira, no contrabaixo.
Chalo Correia
Chalo Correia, é cantor e compositor nascido em Luanda. Vive há mais de três décadas em Portugal, a sua carreira como músico conta com três álbuns e várias participações em trabalhos de alguns artistas. A sua música se constitui num apelo contínuo às raízes ancestrais da música urbana Angolana das décadas de 70, e também as influências da música universal moderna e atual. O seu trabalho passa através da pesquisa constante das músicas antigas no que se refere ao semba, a massemba, kilapanga e muzongo, as diferentes formas de solfejo que apresentam, têm como resultado os dois últimos álbuns nomeadamente o Akuá Musseque e o Dibessá.
Ao longo de mais vinte anos de atividade tem participado em vários festivais por diversos países na União Europeia, Rússia, Ásia, África, China, Macau entre outros.
CICLO DE CINEMA E PSICANÁLISE - ‘CENSURA, MEMÓRIA E RESSIGNIFICAÇÃO’
Nesta curta-metragem de animação acompanhamos a jornada, tanto exterior como interior, de um homem solitário que vive numa cidade inundada. À medida que o nível da água sobe, ele dedica-se a acrescentar novos níveis à sua casa para se manter seco. No dia em que acidentalmente deixa cair o seu cachimbo até aos níveis mais submersos, a sua busca pelo cachimbo transforma-se numa viagem pela memória e pelas vivências que moldaram a sua existência. Um confronto com o passado que é sempre um questionamento do presente.
Cgentil
CGENTIL sobe ao palco da BOTA para uma noite especial dedicada à apresentação do seu EP e de outras músicas de autoria própria entre piano, voz e live act. Natural da Madeira e atualmente baseada em Lisboa, a artista tem vindo a construir uma identidade sonora marcada por viagens hipnóticas que atravessam o mundo da música electrónica com sensibilidade, profundidade e intenção.
Neste concerto, CGENTIL convida-nos a entrar no universo que inspira o seu trabalho mais recente, apresenta o seu EP “Take your time” juntamente com músicas novas ainda não lançadas. Juntem-se a nós para um concerto imersivo e envolvente.
Luiz Caracol
Luiz Caracol é um músico, cantor e autor que tem uma identidade muito própria, fruto das influências de uma Lisboa multi-cultural, onde cresceu, e da ligação que sempre teve com algumas das culturas dos principais países de língua portuguesa.
Em 2013 editou o seu primeiro álbum “Devagar”, onde contou com convidados e parcerias autorais como Sara Tavares,
Fernanda Abreu, Jorge Drexler, Fernando Pessoa e Mia Couto.
Em 2017 editou o seu segundo álbum “Metade e meia”, onde volta a contar com colaborações especiais e parcerias autorais
com Aline Frazão, Zeca Baleiro, Edu Mundo e Paulo Flores. Em 2021 editou o EP “só.tão”, onde revelou todo o seu lado
multi-instrumentista, tendo gravado todos os instrumentos do EP, sendo que o seu último álbum, gravado e filmado ao vivo no
Estúdio Namouche, em Lisboa, foi lançado no inicio de 2024.
Ao vivo apresenta-se em trio, levando para palco as mesmas misturas e texturas sonoras que existem nos seus álbuns, onde
cantando e tocando Guitarra, Baixo, Cavaquinho e Percussão, com Gus Liberdade (Baixo, Percussão e Teclas) e Pedro Carvalho (Guitarra, Baixo e Percussão), criam um concerto carregado de ritmo e musicalidade, que é também uma espécie de viagem musical pelas suas mais impactantes vivências e influências.
LUta Livre
Luís Varatojo, artista com longa carreira na música portuguesa, fundador de bandas como Peste & Sida e A Naifa, apresenta ao vivo o terceiro álbum do seu mais recente projeto Luta Livre. Contrafação, editado em outubro de 2025, chega aos palcos em março de 2026, com concertos marcados para Lisboa, Porto, Coimbra e Barreiro.
Contrafação é um espaço híbrido onde se canta a saudade e se gritam palavras de ordem ao embalo de um combo inusitado - guitarras, percussão eletrónica e sintetizador - que toca fado, corridinho e malhão, mas também se faz à morna, ao reggae e ao rap, num cocktail musical eclético e livre.
É uma espécie de comício numa casa de fados dançante; uma sessão de esclarecimento musicada, com mensagens fortes e ritmos certeiros; um apelo à consciência e à resistência e um momento de partilha e de festa, porque não há luta sem festa, nem festa sem luta.
Jorge barata
Jorge Barata, cantautor Lisboeta de coração Farense, chega-nos desse vai-e-vem de álbum novo na mão para uma primeira apresentação.
Cantautoria renovada, com fidelidade transatlântica ainda mas de mistura mais mexida.
Álbum novo, o 2º, depois de 9 anos de navegação à vista.
Em Setembro nas plataformas, disco físico em Outubro, "Mercúrio Progressista" sobe pela primeira vez a palco no dia 22 de Março, no Bota.
Agora sim.
Joana barra vaz
Joana Barra Vaz regressa aos palcos com um novo leque de canções que são um convite à acção para uma existência mais livre. Esta primeira apresentação no BOTA será especial: uma noite de estreia do novo repertório e de celebração do seu reencontro com o público.
Estreou-se na música em 2012 com o EP Passeio Pelo Trilho (ed. Azáfama), revelando uma voz íntima e interventiva, e lançou em 2016 o LP Mergulho em Loba (ed. Bi-du-á), disco apresentado em vários palcos e festivais e elogiado pela imprensa nacional como um dos melhores discos do ano. Em 2018, apresentou Anda Estragar-me os Planos no Festival da Canção, uma canção escrita à sua medida por Francisca Cortesão e Afonso Cabral.
Meno Del Picchia
Esta noite marca a despedida do artista e compositor brasileiro Meno Del Picchia de sua primeira temporada residindo em Lisboa, dedicada à pesquisa artística e acadêmica. Para celebrar o encerramento desse ciclo, o artista reúne diversas participações especiais, pessoas que fizeram parte de sua trajetória em Portugal - Hélio Morais, Bárbara Rodrix, Nilson Dourado e Laya - em uma noite de festa e afeto.
No repertório, lançamentos de 2025 como "Beijos que não dei" e "Sentir que vai voar", ao lado de canções do disco Maré Cheia (2024) e de outros trabalhos da sua trajetória. Um concerto de música brasileira contemporânea, cheia de emoção, encontros e alegria.
Taïs Reganelli
Taïs Reganelli é uma cantautora brasileira cuja trajetória reflete uma rica fusão de culturas. Nascida na Suíça, cresceu entre Brasil, Itália e agora Portugal. Com uma voz aveludada, elogiada por Caetano Veloso e Jô Soares, e influências que vão da MPB ao jazz, a artista já se apresentou em países como Índia, França e Nicarágua, Holanda, Espanha, Angola, Portugal, Bélgica etc. Seu trabalho autoral, consistente e premiado, inclui canções em trilhas sonoras, o disco infantil Difácil (indicado ao Prêmio da Música Brasileira).
Com participações especiais de Bebé, Pedro Altério (5 a seco), Pedro Luís e Lea Velez, o novo álbum da cantora e compositora radicada em Portugal chega às plataformas de música no dia 4 de abril de 2025.
Isabel Rato Quinteto “10 Anos”
Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, um dos nomes femininos mais destacados do panorama do Jazz Português dos últimos anos, comemora 10 anos desde o lançamento do seu álbum de estreia “Para Além da Curva da Estrada”, editado pela Sintoma Records, o qual recebeu reconhecimento imediato. A compositora conta já com 4 discos editados e o “Vale das Flores”, disco de homenagem aos 50 anos do 25 de Abril, foi referenciado como um dos melhores de 2024 nas áreas do jazz e da world music.
Isabel Rato apresenta assim, para esta nova temporada de concertos, um espectáculo onde se reúnem os temas mais marcantes destes 10 anos, com novas sonoridades que misturam o jazz, a música erudita, a música tradicional portuguesa e canções dos autores de Abril.
Piano Day - Catherine Morisseau
Catherine Morisseau é pianista e compositora parisiense residente em Lisboa há cerca de duas décadas.
Pianista residente da Cinemateca Portuguesa há mais de uma década, onde compõe também o acompanhamento ao piano de filmes mudos numa outra vertente do seu trabalho.
Piano Day - Samuel gapp + nicholas mcNair
Nicholas McNair (Inglaterra, 1951) e Samuel Gapp (Alemanha, 1997), desenvolveram as suas capacidades musicais em circunstâncias muito diferentes. O que os reuniu foi um profundo interesse mútuo na improvisação espontânea – ou seja, onde nada é decidido antes de tocar. Estabelece-se um diálogo entre dois modos de ser musical ligeiramente diferentes, um mais próximo do clássico e outro marcado pelo jazz. Nestas circunstâncias, a relação torna-se mais importante do que o conteúdo fixo, e o público é convidado a estar aberto a participar numa nova viagem de audição.
Piano Day - Katerina L’Dokova
Katerina L’dokova é uma pianista, compositora, cantautora e professora da Belarus e de Portugal. A sua arte foi descrita pela revista Vogue como “Katerina L’dokova canta pequenos pedaços de luz”. O seu álbum mais recente, MOVA DREVA, entrelaça melodias tradicionais da Bielorrússia com influências de Jazz, música clássica e contemporânea.
Piano Day - João Paulo Esteves Da silva
Nasceu em Lisboa em 1961 de mãe pianista e pai filósofo. Em 1979 participou no Festival de Jazz de Cascais com o grupo Quinto Crescente. Em 1984 completa o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional e parte para França, mantendo-se no exílio até 1992. Em 1993 grava o seu primeiro disco em nome próprio Serra sem Fim para a editora Farol.
SAL
Os SAL são uma banda portuguesa que nasce da vontade de recuperar o essencial da música: a partilha genuína entre músicos e público, sem artifícios, sem moldes pré-fabricados. A sua sonoridade resulta de uma fusão orgânica de influências que atravessam o rock, o folk e a música de raiz, mas sempre com um cunho próprio, marcado pela verdade da execução ao vivo.
Em palco, recusam a perfeição maquilhada das produções em série. A sua força está precisamente na imperfeição bela e humana: a corda que vibra, a respiração antes de uma frase, o improviso que surge do diálogo entre instrumentos. Cada concerto é um acontecimento irrepetível, onde o público não ouve apenas música — vive-a, sente-a, respira-a.
Num tempo em que grande parte do que passa nas rádios se constrói em laboratórios digitais, polido até à exaustão e pensado para encaixar em fórmulas pré-definidas, os SAL oferecem uma alternativa rara: música verdadeira, feita de carne e osso, suor e alma. Não procuram encaixar-se no molde do "produto", mas sim honrar o ofício do músico — aquele que toca, experimenta, arrisca e se expõe.
cherry
Ana "Cherry" Caldeira começou a cantar em 2009, ao mesmo tempo que ingressava no ensino superior e se juntava ao Coro da Universidade Técnica de Lisboa, tendo sido o irmão a sua maior influência ao rodeá-la de música, nos mais variados géneros, desde que nascera.
Formou duos com diferentes guitarristas (Miguel Sousa, Miguel Monteiro, Miguel Cervini), com diferentes repertórios, mas foi com o trio Cherry Jam (Ruben Portinha, Nuno Barreto) que foi vista a cantar por Rui Ribeiro (Aurea), que a convidou a ser a voz dos temas que tinha composto. As músicas e letras, de sua autoria, falavam de histórias de mulheres que conhecia e que imaginava.
Amy rigby
Amy Rigby consolidou-se como uma das artistas underground/cult/indie mais importantes dos Estados Unidos, combinando a perspicácia e o humor da música country e folk com a maestria do rock clássico e o espírito punk do "faça você mesmo". Ela fundou as bandas Last Roundup e The Shams no East Village, em Nova York, antes de lançar sua carreira a solo com o clássico álbum de 1996, Diary Of A Mod Housewife. Seu álbum mais recente, Hang In There With Me (Tapete, 2024), foi considerado "uma obra-prima absoluta, o melhor trabalho de sua carreira" pela revista Louder Than War.
BERnardo
Bernardo, é Sonia Bernardo, produtora, multi-instrumentista e artista luso-britânica. Lançou o seu primeiro álbum Secrets Of Six-Figure Women em Setembro, que recebeu importantes apoios de publicações como a Clash e a Rolling Stone, e dos DJs Gilles Peterson e Huw Stephens. Escrito e produzido por Bernardo e co-produzido por Dave Maclean (Django Django), o disco entrelaça influências britânicas e portuguesas numa reflexão sofisticada sobre a ambição e identidade modernas. A exploração matizada da idade adulta ganha vida através dos arranjos distintivos de Sean O'Hagan (The High Llamas), com a mistura a cargo de Syd Kemp (Ulrika Spacek) e Dom Shaw (Real World Studios).
Jamila & The other heroes c/ Coro dos Anjos + binubin
JAMILA & THE OTHER HEROES é uma banda de Berlim, formada por músicos de difentes origens, que mistura rock psicadélico do deserto com uma poderosa mensagem de libertação coletiva.
Jamila Al-Yousef, que batizou a banda em homenagem à sua avó palestina, nasceu em Berlim no dia da queda do Muro de Berlim.
Palestina - Solidariedade e Resistência
Resistência e Solidariedade com o Povo Palestino
Of Fragility and Impermanence
É o projecto mais recente de André Carvalho que explora a natureza transitória da existência humana enquanto celebra a delicadeza do som e da beleza fugaz de momentos. Enraizado na dualidade da fragilidade e da impermanência, este trabalho abraça a vulnerabilidade como um caminho para a auto-descoberta.
joão priolli
João Priolli é músico, artista de rua, produtor musical e audiovisual nascido em Ribeirão Preto - Brasil, com sede em Lisboa. João tem uma abordagem experimental, que busca expandir as estruturas convencionais de suas canções por meio de texturas, efeitos e formas sonoras.
MULHER ENCICLOPÉDICA
Mulher Enciclopédica é uma tessitura dramatúrgica, visual e performativa trágico-cómica. Combina uma exposição fotográfica produzida em parceria com a artista visual Beth Freitas, um texto dramatúrgico autoral criado com o apoio de Susana Cecílio e Matilde Real e o desenho de som criado e executado ao vivo por Malena Rampi.
Nesta criação interrogamos as tensões entre lembrança e esquecimento, entre os papéis impostos às mulheres e suas
vivências reais.
Poliana Tuchia reúne documentos familiares, objetos simbólicos e referências culturais numa narrativa que brinca entre a ficção e a investigação histórica para refletir sobre a “categoria Mulher” forjada nos manuais práticos e debater a cultura das violências silenciosas de género.
MULHER ENCICLOPÉDICA
Mulher Enciclopédica é uma tessitura dramatúrgica, visual e performativa trágico-cómica. Combina uma exposição fotográfica produzida em parceria com a artista visual Beth Freitas, um texto dramatúrgico autoral criado com o apoio de Susana Cecílio e Matilde Real e o desenho de som criado e executado ao vivo por Malena Rampi.
Nesta criação interrogamos as tensões entre lembrança e esquecimento, entre os papéis impostos às mulheres e suas
vivências reais.
Poliana Tuchia reúne documentos familiares, objetos simbólicos e referências culturais numa narrativa que brinca entre a ficção e a investigação histórica para refletir sobre a “categoria Mulher” forjada nos manuais práticos e debater a cultura das violências silenciosas de género.
Como nasce um disco
João Svayam e BOTA convidam-te para conhecer ainda mais de perto o disco "Cantigas de Ser", lançado nesta mesma casa o ano passado.
Abrimos as portas para, juntos, ver o documentário que acompanha a residência artística que deu origem a este disco, na sua primeira exibição pública e lançamento nas redes, seguido de um concerto intimista com alguns temas do disco e alguns temas novos; fechando a sessão com espaço para Perguntas, Respostas e Conversa.
O Cantigas de Ser é o primeiro trabalho do músico multi instrumentista, vestindo a pele de cantautor, trazendo consigo um lirismo de questionamento, conexão e reflexão sobre a vida, a relação com o outro, com o visível e o invisível. Entre 2023 e 2025, o disco viveu em forma de residência artística em Arruda dos Vinhos, gravação no estúdio Toolateman com Ary em São Domingos de Rana, e disco feito concerto na BOTA.
Entre os convidados desta sessão estará a equipa da MagicWand Creative Studio que produziu o documentário, e os músicos Ary, Bárbara de Sá, José Lencastre, Rui Miguel Aires, e outros.
Vem ver como Nasce um Disco.
15h40 Apresentação
16h Exibição Documentário
16h30 Concerto
Motel Plaza + EMA
Os MOTEL PLAZA são uma banda Lisboeta de indie rock, composta por Tiago Plutão (voz), João Sousa (teclas), Frederico Carvalho (baixo) e João Pedroso (bateria). O primeiro álbum, CICLOS, produzido por Francisco Dias Pereira (Them Flying Monkeys) e gravado no Black Sheep Studios, explora a existência de uma pessoa do nascimento à morte, com cada música a representar uma fase da vida.
autoramas
Com muita história e música nas últimas duas décadas e meia, a banda Autoramas prepara-se para comemorar 25 anos do 1º album – Stress, Depressão e Sindrome do Pânico – Lançado em 2000, "Stress, Depressão e Síndrome do Pânico", é uma explosão de energia e rebeldia que marca o início de uma jornada musical autêntica. O disco apresenta uma mistura única de rock, surf music e punk rock, com letras que abordam temas como ansiedade, alienação e busca por liberdade, fora os lendários temas instrumentais. As 13faixas do disco são uma jornada única que explora temas como liberdade, felicidade,insatisfação e busca por respostas, refletindo a realidade de uma geração. O disco é considerado uma obra-prima que define o som da banda e se torna um marco importante na cena musical brasileira.
Yami & Zamora - “Por Culpa do Amor”
A música pela música, sem afetações ou pretensiosismos, só o prazer de a fazer e de a cantar, de coração aberto para o mundo. E assim, nascendo e renascendo, vem ao mundo este projeto, pleno de singeleza e espontaneidade: “Por culpa do Amor.”
CICLO DE CINEMA E PSICANÁLISE - ‘CENSURA, MEMÓRIA E RESSIGNIFICAÇÃO’
Visionamento e debate: Le Ballon Rouge. Nesta viagem sensível ao mundo da infância, um balão vermelho segue um rapaz pelas ruas de Paris. Uma jornada pelo silêncio das crianças e o mundo externo opressor, a ténue barreira entre inocência e agressividade, mas também a afectividade, a imaginação e a capacidade de encontrar magia no mundo.
Marlon ruivo + Escárnio
Os Marlon Ruivo são um coletivo de Lisboa que opera entre o punk, o spoken word e a distorção, como quem busca beleza entre escombros. A formação saltou do underground lisboeta há dois anos e solidificou-se há cerca de um, com Pedro Augusto na voz e cuspo (The Big Church of Fire, Juan Inferno, Duas Semicolcheias Invertidas), Carlos Faia Fernandes na guitarra (Robot Dealer, C4), Ricardo Ventura no baixo e Miguel Costa na bateria (Blasted Mechanism, Zorg, The Quartet of Whoah).
Escárnio alimenta-se de revolta e verdade através de um rock sentido na pele e no osso, de acção directa. Punk no feeling e quase glam na forma como encarreira o rugido das guitarras e o stomp da bateria em refrões infecciosos. Tudo a servir uma lírica ácida e acutilante, sem medos.
Inóspita
Inóspita, alter ego de Inês Matos, é a procura de um compromisso com o formato da canção e de uma abordagem própria ao seu instrumento, privilegiando a narrativa melódica apenas à guitarra.
LÜGAR + HEROÍNA
LÜGAR e Heroína competem para perceber qual dos dois convida mais membros do público a abandonar o espaço, numa performance a meias mas sem meias-medidas: Descargas de samples e synths sem nexo e batidas estilo footwork que não batem uma com a outra darão depois origem a riffs impiedosos verdadeiramente endiabrados em tempos cortados ao milímetro, e encabeçados por vocais de fazer corar blockbusters de terror.
na minha terra, Carnaval é religião
O filme é um retrato vibrante e necessário de uma transformação em curso: uma celebração da força coletiva que brota das ruas, atravessa fronteiras e transforma adversidade em festa.
Slowburner
Entre memórias e possibilidades, este é um concerto que propõe escuta, presença e viagem interior. Uma experiência que, mais do que definida por géneros ou fórmulas, se deixa guiar por sensações e vive no espaço aberto entre o que se ouve e o que se imagina.
dança-concerto | SONHOS 7/24
DANÇA - CONCERTO
Coexistimos entre vozes, ritmos e corpos que mutam entre si. Reclamemos o tempo , tecendo memória e fantasia. Ser presença quando tudo parece tornar-se polar.
Sara Montalvão atravessa diferentes estados numa pauta coreográfica e sonora orientada pela sua própria voz e história acompanhada ao vivo pelos músicos Ricardo Dias Gomes e Roberto Acevedo. Nessa travessia juntos, criam espaço para que o momento presente seja o guia afectivo desta dança-concerto.
Helena Angelini
Dedicada a inspirar, criar e construir pontes entre diferentes culturas. “Tree of Life - Heaven on Earth” (2025) representa um passo importante na carreira artística de Helena Angelini, reunindo a jornada da artista por diferentes culturas e suas identidades musicais particulares.
Malammore
Aurora, o disco de estreia de Malammore, projecto musical de Sandro Feliciano, nascido em Lisboa em 2005. Do teatro à escrita, dos poemas às primeiras músicas, Malammore construiu um universo onde a poesia encontra o som.
Maurício Tizumba com participação - Grupo Pandeiro Lx
Compositor, cantor, instrumentista e ator. Tornou-se conhecido ao trazer a influência do congado mineiro em suas músicas e ao resgatar a arte afro-brasileira. É um dos criadores da Cia. de Teatro Burlantins, grupo de rua marcado pela musicalidade, e do Tambor Mineiro, grupo de percussão com influência do congado. É considerado um dos artistas mais populares de Minas Gerais.
festa para Yemanjá c/ participação de Maurício Tizumba
Cantaremos para a deusa do mar e festejaremos com o repertório repleto de cantigas de Umbanda e as próprias cantigas autorias da Roda de Santo. Algumas cantigas inéditas e outras recentemente lançadas no EP homônimo que agora ganhou versão física em vinil. Portanto, será uma festa para louvarmos a deusa do mar e abençoarmos o lançamento do disco que estará a venda.
Bota Tattoo Dark Fest
Bota Tattoo Dark Fest
Tatuagens e piercings: Thorns Studio
DJ: Lena Kat
Bandas:
18h - Espelho Mau (Dark Wave/Goth)
19h - Alcatune (Instrumental/Post-Rock/Shoegaze)
22h - Uncanny Chamber (Dark Wave/Industrial)
Marina Ruiz Matta e Barbara Rodrix
A pianista e compositora argentina Marina Ruiz Matta visita Lisboa com um concerto único na Bota Anjos. Música original, colorida, viva e explosiva, com uma força latino-americana, marcada na língua do jazz. Barbara Rodrix, cantora e compositora brasileira, é convidada pela pianista para partilhar música da sua autoria e obras escolhidas do repertório latino-americano.
Christian Grosselfinger
Esta digressão inesquecível apresenta um momento especial: um concerto inteiramente dedicado à arte do live looping, onde Grosselfinger cria melodias, harmonias e ritmos hipnotizantes em tempo real, apenas com o seu violoncelo e tecnologia de looping.
Junta-te a ele e à banda de apoio 5 Seconds to Move (Sebastian Schneider – bateria e Aileen Schneider – teclas) numa viagem eletrizante que mistura música original inovadora com clássicos reinventados.
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