Marina Mello (harpa) | Luiz Rocha (clarinete e clarone)
O som também pode ser um espaço.
E o silêncio, uma arquitetura.
Em Arquitetura do Hiato, harpa e clarinete abandonam os seus lugares habituais para criar uma experiência de escuta expandida.
Entre microtons, ruídos, ressonâncias e instabilidade, o concerto constrói-se como um percurso sensorial — onde o público não é apenas ouvinte, mas parte ativa da travessia.
No final, os universos encontram-se: um diálogo improvisado, irrepetível.