Programação
Joana barra vaz
Joana Barra Vaz regressa aos palcos com um novo leque de canções que são um convite à acção para uma existência mais livre. Esta primeira apresentação no BOTA será especial: uma noite de estreia do novo repertório e de celebração do seu reencontro com o público.
Estreou-se na música em 2012 com o EP Passeio Pelo Trilho (ed. Azáfama), revelando uma voz íntima e interventiva, e lançou em 2016 o LP Mergulho em Loba (ed. Bi-du-á), disco apresentado em vários palcos e festivais e elogiado pela imprensa nacional como um dos melhores discos do ano. Em 2018, apresentou Anda Estragar-me os Planos no Festival da Canção, uma canção escrita à sua medida por Francisca Cortesão e Afonso Cabral.
Meno Del Picchia
Esta noite marca a despedida do artista e compositor brasileiro Meno Del Picchia de sua primeira temporada residindo em Lisboa, dedicada à pesquisa artística e acadêmica. Para celebrar o encerramento desse ciclo, o artista reúne diversas participações especiais, pessoas que fizeram parte de sua trajetória em Portugal - Hélio Morais, Bárbara Rodrix, Nilson Dourado e Laya - em uma noite de festa e afeto.
No repertório, lançamentos de 2025 como "Beijos que não dei" e "Sentir que vai voar", ao lado de canções do disco Maré Cheia (2024) e de outros trabalhos da sua trajetória. Um concerto de música brasileira contemporânea, cheia de emoção, encontros e alegria.
Taïs Reganelli
Taïs Reganelli é uma cantautora brasileira cuja trajetória reflete uma rica fusão de culturas. Nascida na Suíça, cresceu entre Brasil, Itália e agora Portugal. Com uma voz aveludada, elogiada por Caetano Veloso e Jô Soares, e influências que vão da MPB ao jazz, a artista já se apresentou em países como Índia, França e Nicarágua, Holanda, Espanha, Angola, Portugal, Bélgica etc. Seu trabalho autoral, consistente e premiado, inclui canções em trilhas sonoras, o disco infantil Difácil (indicado ao Prêmio da Música Brasileira).
Com participações especiais de Bebé, Pedro Altério (5 a seco), Pedro Luís e Lea Velez, o novo álbum da cantora e compositora radicada em Portugal chega às plataformas de música no dia 4 de abril de 2025.
Isabel Rato Quinteto “10 Anos”
Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, um dos nomes femininos mais destacados do panorama do Jazz Português dos últimos anos, comemora 10 anos desde o lançamento do seu álbum de estreia “Para Além da Curva da Estrada”, editado pela Sintoma Records, o qual recebeu reconhecimento imediato. A compositora conta já com 4 discos editados e o “Vale das Flores”, disco de homenagem aos 50 anos do 25 de Abril, foi referenciado como um dos melhores de 2024 nas áreas do jazz e da world music.
Isabel Rato apresenta assim, para esta nova temporada de concertos, um espectáculo onde se reúnem os temas mais marcantes destes 10 anos, com novas sonoridades que misturam o jazz, a música erudita, a música tradicional portuguesa e canções dos autores de Abril.
Piano Day - Catherine Morisseau
Catherine Morisseau é pianista e compositora parisiense residente em Lisboa há cerca de duas décadas.
Pianista residente da Cinemateca Portuguesa há mais de uma década, onde compõe também o acompanhamento ao piano de filmes mudos numa outra vertente do seu trabalho.
Piano Day - Samuel gapp + nicholas mcNair
Nicholas McNair (Inglaterra, 1951) e Samuel Gapp (Alemanha, 1997), desenvolveram as suas capacidades musicais em circunstâncias muito diferentes. O que os reuniu foi um profundo interesse mútuo na improvisação espontânea – ou seja, onde nada é decidido antes de tocar. Estabelece-se um diálogo entre dois modos de ser musical ligeiramente diferentes, um mais próximo do clássico e outro marcado pelo jazz. Nestas circunstâncias, a relação torna-se mais importante do que o conteúdo fixo, e o público é convidado a estar aberto a participar numa nova viagem de audição.
Piano Day - Katerina L’Dokova
Katerina L’dokova é uma pianista, compositora, cantautora e professora da Belarus e de Portugal. A sua arte foi descrita pela revista Vogue como “Katerina L’dokova canta pequenos pedaços de luz”. O seu álbum mais recente, MOVA DREVA, entrelaça melodias tradicionais da Bielorrússia com influências de Jazz, música clássica e contemporânea.
Piano Day - João Paulo Esteves Da silva
Nasceu em Lisboa em 1961 de mãe pianista e pai filósofo. Em 1979 participou no Festival de Jazz de Cascais com o grupo Quinto Crescente. Em 1984 completa o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional e parte para França, mantendo-se no exílio até 1992. Em 1993 grava o seu primeiro disco em nome próprio Serra sem Fim para a editora Farol.
Marquise
Os Marquise não precisaram de reinventar a roda para honrar a arte de fazer boas canções. Bastou-lhes equilibrar minuciosamente o passado e o presente, dedilhando a sensibilidade pop dos 80s sobre o rasgar dos 90s, e pincelar o desconstrutivismo sónico deste século com poesia abstrata.
Francisco Gedeão — Sozinho, não!
Francisco Gedeão (Charanga) é o alter ego de Rui Pinho Aires. Um projeto que junta tradição oral da Península Ibérica, criação contemporânea e eletrónica. Entre memória e experimentação, canções de trabalho, amor e resistência, este é um trabalho pessoal… feito em comunidade
Com convidados especiais e muitas novidades para partilhar.
Sozinho, não!
Coro de Rua
Com a sensação de que não faltam coros nem gente com vontade de cantar, mas que talvez faltem sítios onde os vários coros cantem junto canções de cada um, criou-se este ano no Porto o - Coro de Rua. Acontece de 15 em 15 dias, e cada sessão é dirigida por um Coro ou Colectivo diferente que partilha repertório que imaginaria cantado na rua, em manifestações, marchas ou concentrações. Fomos juntando gente e repertório, e percebendo que cada canção traz em si um potencial a novas dinâmicas de vozes nas ruas que gostávamos de partilhar.
JONAS
Jonas a partir do Fado explora tantas outros géneros que fazem parte do ADN da nossa canção nacional. Do cante Alentejano, à beira Baixa, passando pelo fado de Coimbra, Andaluzia e até mesmo Brasil esta é um concerto que apresenta o último álbum de Jonas intitulado Maça d’Adão e celebra a riqueza e diversidade cultural presentes na cultura portuguesa.
G-FEMA
O rap e o rap crioulo são um percurso e caminho de resistência e existência. Ainda mais no feminino. E G Fema tem trilhado esse caminho aguerrida mente. Em 2022 pisou, entre outros, os Palcos fo Rock in Rio e do MEO Kalorama. 2023 será um ano chave, regressando aos palcos e com o lançamento do EP e de alguns singles com colaborações de peso, que a posicionarão como a proeminente figura de proa do - cada vez mais difícil de conter - emergente som urbano das periferias de Lisboa para o Mundo.
Samuel - Ultrasentimental
ULTRASENTIMENTAL, uma história com princípio meio e fim onde SAMUEL cria um universo próprio para descrever a sua terra, desde a paisagem ao sentimento evocado pela própria, o nome é uma autocrítica à hipersensibilidade do artista e a sua arte. As 11 músicas do disco são imaginadas e concebidas ao piano e voz, acabando por ser esculpidas através da descoberta da produção musical que roça o maximalismo.
punch - matiné dançante
Depois de três edições marcadas pela energia partilhada entre palco e público, a Matiné Dançante regressa para a sua 4ª edição - desta vez em casa nova: a BOTA Anjos
Num domingo à tarde dedicado à música ao vivo, esta edição aposta em 3 concertos que reforçam o espírito de proximidade, descoberta e celebração que define a Matiné. Sem filtros, sem pressas - apenas artistas e público no mesmo ritmo, num encontro cúmplice e dançante. Um convite para abrandar, ouvir e dançar. Um novo espaço, a mesma energia de sempre! O cartaz desta edição reúne três propostas imperdíveis
ELA JAGUAR
WE SEA
MANILA
Domingo. Música ao vivo. Comunidade.
A Matiné Dançante está de volta.
Birds Are Indie
Com "The Stone of Madness", o sétimo longa-duração da banda, os Birds Are Indie reforçam o caminho traçado no disco anterior "Ones & Zeros", dois registos que funcionam – na coerência do som, na dualidade das temáticas e na complementaridade da imagem – como dois espelhos que se reflectem. Depois de olharem em volta, para observar a comunidade e o mundo numa perspectiva distópica, voltam-se agora para o que habita no interior de cada pessoa, em busca do significado que pode ter uma pedra – ou será uma flor?...
Bdjoy e Zimora Band
Zimbora Band apresenta uma sonoridade onde o hip-hop, o reggae e a música cabo-verdiana andam de mãos dadas e onde se mistura a língua portuguesa e o crioulo. É um universo sonoro rico em ritmos quentes das ilhas, sendo o seu espetáculo um momento de festa e dança.
Henrique Maluf – “Fronteira Pantaneira”
O músico brasileiro Henrique Maluf apresenta em Lisboa o concerto “Fronteira Pantaneira”, inspirado no rasqueado pantaneiro, linguagem musical nascida nas fronteiras de Mato Grosso. A apresentação abre o projeto BRAS•LIA [em trânsito] – Ciclo Internacional de Música Brasileira, dedicado à circulação de artistas brasileiros em palcos europeus.
Ola Haas
Dia 19 de Abril marca um regresso especial.
Ola Haas, o projeto de Miguel Freitas e João Ribeiro, construiu ao longo dos últimos anos uma identidade sonora intensa, assente na força do baixo e da bateria, entre riffs distorcidos e momentos mais contidos, e letras que olham de frente para a vida urbana, social e emocional.
Depois de um período de silêncio ao vivo, a banda regressa agora para se reapresentar à cidade de Lisboa, numa fase de transição e renovação. Em Maio será lançado ‘Onde a consciência desagua’, o novo trabalho do projeto, um disco que continua a explorar as tensões da vida contemporânea, mas também novos caminhos na forma como essas histórias são contadas.
O concerto tem, por isso, um caráter especial.
Em palco estará Miguel Freitas, numa apresentação a solo que revisita o universo de Ola Haas e abre uma nova etapa antes do lançamento do próximo disco.
Um regresso, uma reaproximação e o início de um novo capítulo.
Martín Sued & Orquestra Assintomática
Martín Sued & Orquestra Assintomática é um sexteto instrumental liderado pelo bandoneonista Martín Sued. Criado durante o ano de 2020, o grupo apresenta um repertório de composições originais para uma formação que inclui os instrumentos característicos de uma formação tradicional de tango, mas que utiliza essas raízes para caminhar para além das fronteiras do género.
ZECA AFONSO- ESTUDOS MUSICAIS PARA VIOLONCELO
Pensado como um encontro entre música, memória e escuta, este concerto aborda a obra de José Afonso não como repertório fixo, mas como matéria viva, aberta à transformação. Numa performance para dois violoncelos, as canções emergem como lugares onde tradição e experimentação coexistem e onde a herança oral evocada por José Afonso se manifesta não como forma a preservar, mas como impulso para pensar, tocar e transformar. Mais do que apresentar versões, a performance convida o público a escutar a multidimensionalidade da obra de Zeca: enraizada, poética, mas comprometidamente atual.
Florencia Ruiz apresenta “Plateada” c/ Ariel Rodríguez
A música argentina Florencia Ruiz celebra 25 anos desde o seu primeiro álbum e apresenta o seu novo trabalho, Plateada, em formato de duo com o brilhante Ariel Rodriguez ao piano, sintetizador e teclados. Contará com a participação de amigos que contribuirão com vozes, bandoneon e viola campaniça, tudo no querido espaço da BOTA.
Todo o Cais é uma Saudade de Pedra
Um verso do Fernando Pessoa constitui o ponto de partida desta travessia poética que convida a viajar mundo fora através da palavra e da música. É uma viagem mas também é um descaminho porque toda a travessia pressupõe errância. Uma actriz e um músico desejam voltar à essência daquilo que pode ser a arte - um encontro, uma conversa entre almas, um manifesto político. Num registo íntimo, percorremos cais que um dia atravessámos e outros que sonhámos sentados, sem sair do lugar.
Nite Chimp + Roberto Montisano
Um som imbuído de uma melancolia gentil, que narra histórias tanto das lutas como da beleza da vida. Nite Chimp é uma banda de surf rock/garage rock de Lisboa, que começou como um projeto a solo DIY de Csaba Simon (guitarra e voz) em 2020 em Pécs, Hungria. A banda é acompanhada por Roberto Montisano (baixo) e Gábor Lieber (bateria), combinando performances energéticas com habilidade melódica e rítmica, contrastando com o seu som garage cru.
Jorge barata
Jorge Barata, cantautor Lisboeta de coração Farense, chega-nos desse vai-e-vem de álbum novo na voz para uma primeira apresentação.
De cantautoria renovada, com fidelidade transatlântica ainda, mas de mistura mais mexida. Álbum novo, o 2º, depois de 9 anos de navegação à vista.
A chegar às plataformas p'la rentrée, "M******* *****es*****" vai ser tocado pela primeira vez ao vivo dia 22 de Março.
LUta Livre
Luís Varatojo, artista com longa carreira na música portuguesa, fundador de bandas como Peste & Sida e A Naifa, apresenta ao vivo o terceiro álbum do seu mais recente projeto Luta Livre. Contrafação, editado em outubro de 2025, chega aos palcos em março de 2026, com concertos marcados para Lisboa, Porto, Coimbra e Barreiro.
Contrafação é um espaço híbrido onde se canta a saudade e se gritam palavras de ordem ao embalo de um combo inusitado - guitarras, percussão eletrónica e sintetizador - que toca fado, corridinho e malhão, mas também se faz à morna, ao reggae e ao rap, num cocktail musical eclético e livre.
É uma espécie de comício numa casa de fados dançante; uma sessão de esclarecimento musicada, com mensagens fortes e ritmos certeiros; um apelo à consciência e à resistência e um momento de partilha e de festa, porque não há luta sem festa, nem festa sem luta.
Luiz Caracol
Luiz Caracol é um músico, cantor e autor que tem uma identidade muito própria, fruto das influências de uma Lisboa multi-cultural, onde cresceu, e da ligação que sempre teve com algumas das culturas dos principais países de língua portuguesa.
Em 2013 editou o seu primeiro álbum “Devagar”, onde contou com convidados e parcerias autorais como Sara Tavares,
Fernanda Abreu, Jorge Drexler, Fernando Pessoa e Mia Couto.
Em 2017 editou o seu segundo álbum “Metade e meia”, onde volta a contar com colaborações especiais e parcerias autorais
com Aline Frazão, Zeca Baleiro, Edu Mundo e Paulo Flores. Em 2021 editou o EP “só.tão”, onde revelou todo o seu lado
multi-instrumentista, tendo gravado todos os instrumentos do EP, sendo que o seu último álbum, gravado e filmado ao vivo no
Estúdio Namouche, em Lisboa, foi lançado no inicio de 2024.
Ao vivo apresenta-se em trio, levando para palco as mesmas misturas e texturas sonoras que existem nos seus álbuns, onde
cantando e tocando Guitarra, Baixo, Cavaquinho e Percussão, com Gus Liberdade (Baixo, Percussão e Teclas) e Pedro Carvalho (Guitarra, Baixo e Percussão), criam um concerto carregado de ritmo e musicalidade, que é também uma espécie de viagem musical pelas suas mais impactantes vivências e influências.
Cgentil
CGENTIL sobe ao palco da BOTA para uma noite especial dedicada à apresentação do seu EP e de outras músicas de autoria própria entre piano, voz e live act. Natural da Madeira e atualmente baseada em Lisboa, a artista tem vindo a construir uma identidade sonora marcada por viagens hipnóticas que atravessam o mundo da música electrónica com sensibilidade, profundidade e intenção.
Neste concerto, CGENTIL convida-nos a entrar no universo que inspira o seu trabalho mais recente, apresenta o seu EP “Take your time” juntamente com músicas novas ainda não lançadas. Juntem-se a nós para um concerto imersivo e envolvente.
Chalo Correia
Chalo Correia, é cantor e compositor nascido em Luanda. Vive há mais de três décadas em Portugal, a sua carreira como músico conta com três álbuns e várias participações em trabalhos de alguns artistas. A sua música se constitui num apelo contínuo às raízes ancestrais da música urbana Angolana das décadas de 70, e também as influências da música universal moderna e atual. O seu trabalho passa através da pesquisa constante das músicas antigas no que se refere ao semba, a massemba, kilapanga e muzongo, as diferentes formas de solfejo que apresentam, têm como resultado os dois últimos álbuns nomeadamente o Akuá Musseque e o Dibessá.
Ao longo de mais vinte anos de atividade tem participado em vários festivais por diversos países na União Europeia, Rússia, Ásia, África, China, Macau entre outros.
Vasco Ribeiro e o Apoio mútuo
Vasco Ribeiro é um cantautor e artista multidisciplinar. Cabecilha do projeto Vasco Ribeiro & Os Clandestinos e co-criador do projeto de música popular portuguesa Voz-Quando-Foge. Volta à BOTA, desta vez em nome próprio, para um concerto de apresentação e angariação de fundos para o novo álbum "Apoio Mútuo". Bem acompanhado por Rafael Osório de Castro, nas guitarras, e Francisco Nogueira, no contrabaixo.
João Mesquita
João Mesquita apresenta o seu primeiro álbum Olheiras, uma obra profundamente introspectiva, que traduz emoções cruas e sem filtros, sem seguir narrativas estruturadas. O artista aborda a composição como uma expressão direta do que sente no momento, explorando temas como solidão, saudade, raiva, ciúme, mas também amizade, alegria e esperança. "Olheiras" foi produzido por João Mesquita e com coprodução de João Borsch, conta com participação de mais de 20 músicos: o disco combina guitarras, teclados, baixo, bateria e voz, incluindo elementos orquestrais e sintetizadores. As influências vão da música clássica e bandas sonoras (Wagner, Herrmann, Badalamenti) ao pop mainstream (Olivia Rodrigo, Dua Lipa, The Weeknd) e MPB (João Bosco, Bala Desejo).
O título Olheiras simboliza maturidade e o esforço emocional e físico investido no projeto. O álbum será lançado a 30 de janeiro de 2026.
SAL
Os SAL são uma banda portuguesa que nasce da vontade de recuperar o essencial da música: a partilha genuína entre músicos e público, sem artifícios, sem moldes pré-fabricados. A sua sonoridade resulta de uma fusão orgânica de influências que atravessam o rock, o folk e a música de raiz, mas sempre com um cunho próprio, marcado pela verdade da execução ao vivo.
Em palco, recusam a perfeição maquilhada das produções em série. A sua força está precisamente na imperfeição bela e humana: a corda que vibra, a respiração antes de uma frase, o improviso que surge do diálogo entre instrumentos. Cada concerto é um acontecimento irrepetível, onde o público não ouve apenas música — vive-a, sente-a, respira-a.
Num tempo em que grande parte do que passa nas rádios se constrói em laboratórios digitais, polido até à exaustão e pensado para encaixar em fórmulas pré-definidas, os SAL oferecem uma alternativa rara: música verdadeira, feita de carne e osso, suor e alma. Não procuram encaixar-se no molde do "produto", mas sim honrar o ofício do músico — aquele que toca, experimenta, arrisca e se expõe.
cherry
Ana "Cherry" Caldeira começou a cantar em 2009, ao mesmo tempo que ingressava no ensino superior e se juntava ao Coro da Universidade Técnica de Lisboa, tendo sido o irmão a sua maior influência ao rodeá-la de música, nos mais variados géneros, desde que nascera.
Formou duos com diferentes guitarristas (Miguel Sousa, Miguel Monteiro, Miguel Cervini), com diferentes repertórios, mas foi com o trio Cherry Jam (Ruben Portinha, Nuno Barreto) que foi vista a cantar por Rui Ribeiro (Aurea), que a convidou a ser a voz dos temas que tinha composto. As músicas e letras, de sua autoria, falavam de histórias de mulheres que conhecia e que imaginava.
Amy rigby
Amy Rigby consolidou-se como uma das artistas underground/cult/indie mais importantes dos Estados Unidos, combinando a perspicácia e o humor da música country e folk com a maestria do rock clássico e o espírito punk do "faça você mesmo". Ela fundou as bandas Last Roundup e The Shams no East Village, em Nova York, antes de lançar sua carreira a solo com o clássico álbum de 1996, Diary Of A Mod Housewife. Seu álbum mais recente, Hang In There With Me (Tapete, 2024), foi considerado "uma obra-prima absoluta, o melhor trabalho de sua carreira" pela revista Louder Than War.
BERnardo
Bernardo, é Sonia Bernardo, produtora, multi-instrumentista e artista luso-britânica. Lançou o seu primeiro álbum Secrets Of Six-Figure Women em Setembro, que recebeu importantes apoios de publicações como a Clash e a Rolling Stone, e dos DJs Gilles Peterson e Huw Stephens. Escrito e produzido por Bernardo e co-produzido por Dave Maclean (Django Django), o disco entrelaça influências britânicas e portuguesas numa reflexão sofisticada sobre a ambição e identidade modernas. A exploração matizada da idade adulta ganha vida através dos arranjos distintivos de Sean O'Hagan (The High Llamas), com a mistura a cargo de Syd Kemp (Ulrika Spacek) e Dom Shaw (Real World Studios).
Jamila & The other heroes c/ Coro dos Anjos + binubin
JAMILA & THE OTHER HEROES é uma banda de Berlim, formada por músicos de difentes origens, que mistura rock psicadélico do deserto com uma poderosa mensagem de libertação coletiva.
Jamila Al-Yousef, que batizou a banda em homenagem à sua avó palestina, nasceu em Berlim no dia da queda do Muro de Berlim.
Palestina - Solidariedade e Resistência
Resistência e Solidariedade com o Povo Palestino
Of Fragility and Impermanence
É o projecto mais recente de André Carvalho que explora a natureza transitória da existência humana enquanto celebra a delicadeza do som e da beleza fugaz de momentos. Enraizado na dualidade da fragilidade e da impermanência, este trabalho abraça a vulnerabilidade como um caminho para a auto-descoberta.
joão priolli
João Priolli é músico, artista de rua, produtor musical e audiovisual nascido em Ribeirão Preto - Brasil, com sede em Lisboa. João tem uma abordagem experimental, que busca expandir as estruturas convencionais de suas canções por meio de texturas, efeitos e formas sonoras.
MULHER ENCICLOPÉDICA
Mulher Enciclopédica é uma tessitura dramatúrgica, visual e performativa trágico-cómica. Combina uma exposição fotográfica produzida em parceria com a artista visual Beth Freitas, um texto dramatúrgico autoral criado com o apoio de Susana Cecílio e Matilde Real e o desenho de som criado e executado ao vivo por Malena Rampi.
Nesta criação interrogamos as tensões entre lembrança e esquecimento, entre os papéis impostos às mulheres e suas
vivências reais.
Poliana Tuchia reúne documentos familiares, objetos simbólicos e referências culturais numa narrativa que brinca entre a ficção e a investigação histórica para refletir sobre a “categoria Mulher” forjada nos manuais práticos e debater a cultura das violências silenciosas de género.
MULHER ENCICLOPÉDICA
Mulher Enciclopédica é uma tessitura dramatúrgica, visual e performativa trágico-cómica. Combina uma exposição fotográfica produzida em parceria com a artista visual Beth Freitas, um texto dramatúrgico autoral criado com o apoio de Susana Cecílio e Matilde Real e o desenho de som criado e executado ao vivo por Malena Rampi.
Nesta criação interrogamos as tensões entre lembrança e esquecimento, entre os papéis impostos às mulheres e suas
vivências reais.
Poliana Tuchia reúne documentos familiares, objetos simbólicos e referências culturais numa narrativa que brinca entre a ficção e a investigação histórica para refletir sobre a “categoria Mulher” forjada nos manuais práticos e debater a cultura das violências silenciosas de género.
Como nasce um disco
João Svayam e BOTA convidam-te para conhecer ainda mais de perto o disco "Cantigas de Ser", lançado nesta mesma casa o ano passado.
Abrimos as portas para, juntos, ver o documentário que acompanha a residência artística que deu origem a este disco, na sua primeira exibição pública e lançamento nas redes, seguido de um concerto intimista com alguns temas do disco e alguns temas novos; fechando a sessão com espaço para Perguntas, Respostas e Conversa.
O Cantigas de Ser é o primeiro trabalho do músico multi instrumentista, vestindo a pele de cantautor, trazendo consigo um lirismo de questionamento, conexão e reflexão sobre a vida, a relação com o outro, com o visível e o invisível. Entre 2023 e 2025, o disco viveu em forma de residência artística em Arruda dos Vinhos, gravação no estúdio Toolateman com Ary em São Domingos de Rana, e disco feito concerto na BOTA.
Entre os convidados desta sessão estará a equipa da MagicWand Creative Studio que produziu o documentário, e os músicos Ary, Bárbara de Sá, José Lencastre, Rui Miguel Aires, e outros.
Vem ver como Nasce um Disco.
15h40 Apresentação
16h Exibição Documentário
16h30 Concerto
Motel Plaza + EMA
Os MOTEL PLAZA são uma banda Lisboeta de indie rock, composta por Tiago Plutão (voz), João Sousa (teclas), Frederico Carvalho (baixo) e João Pedroso (bateria). O primeiro álbum, CICLOS, produzido por Francisco Dias Pereira (Them Flying Monkeys) e gravado no Black Sheep Studios, explora a existência de uma pessoa do nascimento à morte, com cada música a representar uma fase da vida.
autoramas
Com muita história e música nas últimas duas décadas e meia, a banda Autoramas prepara-se para comemorar 25 anos do 1º album – Stress, Depressão e Sindrome do Pânico – Lançado em 2000, "Stress, Depressão e Síndrome do Pânico", é uma explosão de energia e rebeldia que marca o início de uma jornada musical autêntica. O disco apresenta uma mistura única de rock, surf music e punk rock, com letras que abordam temas como ansiedade, alienação e busca por liberdade, fora os lendários temas instrumentais. As 13faixas do disco são uma jornada única que explora temas como liberdade, felicidade,insatisfação e busca por respostas, refletindo a realidade de uma geração. O disco é considerado uma obra-prima que define o som da banda e se torna um marco importante na cena musical brasileira.
Yami & Zamora - “Por Culpa do Amor”
A música pela música, sem afetações ou pretensiosismos, só o prazer de a fazer e de a cantar, de coração aberto para o mundo. E assim, nascendo e renascendo, vem ao mundo este projeto, pleno de singeleza e espontaneidade: “Por culpa do Amor.”
Marlon ruivo + Escárnio
Os Marlon Ruivo são um coletivo de Lisboa que opera entre o punk, o spoken word e a distorção, como quem busca beleza entre escombros. A formação saltou do underground lisboeta há dois anos e solidificou-se há cerca de um, com Pedro Augusto na voz e cuspo (The Big Church of Fire, Juan Inferno, Duas Semicolcheias Invertidas), Carlos Faia Fernandes na guitarra (Robot Dealer, C4), Ricardo Ventura no baixo e Miguel Costa na bateria (Blasted Mechanism, Zorg, The Quartet of Whoah).
Escárnio alimenta-se de revolta e verdade através de um rock sentido na pele e no osso, de acção directa. Punk no feeling e quase glam na forma como encarreira o rugido das guitarras e o stomp da bateria em refrões infecciosos. Tudo a servir uma lírica ácida e acutilante, sem medos.
Inóspita
Inóspita, alter ego de Inês Matos, é a procura de um compromisso com o formato da canção e de uma abordagem própria ao seu instrumento, privilegiando a narrativa melódica apenas à guitarra.
LÜGAR + HEROÍNA
LÜGAR e Heroína competem para perceber qual dos dois convida mais membros do público a abandonar o espaço, numa performance a meias mas sem meias-medidas: Descargas de samples e synths sem nexo e batidas estilo footwork que não batem uma com a outra darão depois origem a riffs impiedosos verdadeiramente endiabrados em tempos cortados ao milímetro, e encabeçados por vocais de fazer corar blockbusters de terror.
Slowburner
Entre memórias e possibilidades, este é um concerto que propõe escuta, presença e viagem interior. Uma experiência que, mais do que definida por géneros ou fórmulas, se deixa guiar por sensações e vive no espaço aberto entre o que se ouve e o que se imagina.
Helena Angelini
Dedicada a inspirar, criar e construir pontes entre diferentes culturas. “Tree of Life - Heaven on Earth” (2025) representa um passo importante na carreira artística de Helena Angelini, reunindo a jornada da artista por diferentes culturas e suas identidades musicais particulares.
Malammore
Aurora, o disco de estreia de Malammore, projecto musical de Sandro Feliciano, nascido em Lisboa em 2005. Do teatro à escrita, dos poemas às primeiras músicas, Malammore construiu um universo onde a poesia encontra o som.
Maurício Tizumba com participação - Grupo Pandeiro Lx
Compositor, cantor, instrumentista e ator. Tornou-se conhecido ao trazer a influência do congado mineiro em suas músicas e ao resgatar a arte afro-brasileira. É um dos criadores da Cia. de Teatro Burlantins, grupo de rua marcado pela musicalidade, e do Tambor Mineiro, grupo de percussão com influência do congado. É considerado um dos artistas mais populares de Minas Gerais.
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