Miguel Moura divide o seu tempo entre canções pop improváveis, psicadelismo suburbano e drone profano. Ricardo Vieira serve-se da palavra e do som para a construção de múltiplas versões-de-mundo. É na diferença entre versões que se confirma e valoriza o mundo do outro.
Juntos procuram a leveza no gesto concreto emergente de dois mundos somados. O abismo tem escadas rolantes e o imprevisível é amigo.