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Maga Rude + Rosa Sparks

  • BOTA Largo de Santa Barbara, 3D Lisboa Portugal (mapa)

MAGA RUDE

Em uma noite mágica de abril de 2019, na cidade de São Paulo, nascia Maga Rude. Inspirada em diversos ritmos jamaicanos como Ska, Rocksteady, Reggae etc, a banda sintetiza a sua interpretação com singularidade. O repertório autoral tem temas diversos passando por contextos sociais, sororidade, posicionamento feminista e, é claro, diversão. A formação, composta exclusivamente por mulheres, conta com musicistas experientes vindas de projetos aclamados como Agrotóxico, Charlotte Matou Um Cara e Bisk8. São elas: Camis Brandão nos vocais; Jéssica Aguilera na guitarra e backing vocals; Dori Onnez no baixo; Fernanda Terra na bateria; Isadora Bourdot no teclado; Flávia Bigai no trombone; Gabi Calado no trompete. A banda já marcou presença em festivais como os 10 Anos de Catadão, Obrigado Vida da crew SHN em Campinas, Caos na Zona Norte, Punk na Páscoa, Skarnaval no Hangar 110, Lucky Friend Rodeo em Sorocaba, Sesc Santo André e tiveram a honra de abrir pra aclamada banda The Aggrolites no Fabrique.Em 2023, a banda recebeu o Prêmio Skataplá (maior premiação de música jamaicana no Brasil) na categoria "Banda Revelação".

ROSA SPARKS

Inspirada numa mulher negra revolucionária, a banda Rosa Sparks carrega no seu nome todo um contexto de luta e resistência. Formada em 2020 na grande Lisboa, o quarteto conta com amigos de longa data que já participaram em diferentes projetos musicais: Bdjoy (voz); João San Payo (baixo); Ricardo Barriga (guitarra) e João Ingram (bateria). Em 1955, a costureira e ativista Rosa Parks ganhou notoriedade ao recusar-se a ceder o seu assento no autocarro a uma pessoa branca, num período em que a segregação racial estava institucionalizada nos Estados Unidos. E é aqui que a história se funde com a proposta do grupo português, que, por sua vez, surgiu com a ideia de centelhas (tradução de Sparks) para lembrar que a faísca da atitude de Rosa levou ao estopim para uma luta anti-racista naquele país. Precedido pelo EP ‘Social Distancing’, lançado em fevereiro de 2021 (durante a pandemia) e pelo split de 2023 com os Skaparapid, banda ska punk da Espanha, ‘ Mass Corruption’ é o álbum de estreia que vai beber a distintos géneros musicais, que vão desde o punk hardcore, passando pelo dub, jazz, e até mesmo em alguns momentos, pelo swing do funk. A arte visual da autoria de Rui Costa, a gravação, mistura e masterização a cargo de Nuno Rua, e as fotos a preto e branco feitas por Marcelo Gallinas, dão o tom de força e resistência à obra. Para a edição e gravação deste disco, o grupo recebeu o apoio da Fundação GDA.

Entrada: 10 BOTAS (8 BOTAS Antecipado)

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Indra Trio