Programação
Joana barra vaz
Joana Barra Vaz regressa aos palcos com um novo leque de canções que são um convite à acção para uma existência mais livre. Esta primeira apresentação no BOTA será especial: uma noite de estreia do novo repertório e de celebração do seu reencontro com o público.
Estreou-se na música em 2012 com o EP Passeio Pelo Trilho (ed. Azáfama), revelando uma voz íntima e interventiva, e lançou em 2016 o LP Mergulho em Loba (ed. Bi-du-á), disco apresentado em vários palcos e festivais e elogiado pela imprensa nacional como um dos melhores discos do ano. Em 2018, apresentou Anda Estragar-me os Planos no Festival da Canção, uma canção escrita à sua medida por Francisca Cortesão e Afonso Cabral.
Isabel Rato Quinteto “10 Anos”
Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, um dos nomes femininos mais destacados do panorama do Jazz Português dos últimos anos, comemora 10 anos desde o lançamento do seu álbum de estreia “Para Além da Curva da Estrada”, editado pela Sintoma Records, o qual recebeu reconhecimento imediato. A compositora conta já com 4 discos editados e o “Vale das Flores”, disco de homenagem aos 50 anos do 25 de Abril, foi referenciado como um dos melhores de 2024 nas áreas do jazz e da world music.
Isabel Rato apresenta assim, para esta nova temporada de concertos, um espectáculo onde se reúnem os temas mais marcantes destes 10 anos, com novas sonoridades que misturam o jazz, a música erudita, a música tradicional portuguesa e canções dos autores de Abril.
Francisco Gedeão — Sozinho, não!
Francisco Gedeão (Charanga) é o alter ego de Rui Pinho Aires. Um projeto que junta tradição oral da Península Ibérica, criação contemporânea e eletrónica. Entre memória e experimentação, canções de trabalho, amor e resistência, este é um trabalho pessoal… feito em comunidade
Com convidados especiais e muitas novidades para partilhar.
Sozinho, não!
Coro de Rua
Com a sensação de que não faltam coros nem gente com vontade de cantar, mas que talvez faltem sítios onde os vários coros cantem junto canções de cada um, criou-se este ano no Porto o - Coro de Rua. Acontece de 15 em 15 dias, e cada sessão é dirigida por um Coro ou Colectivo diferente que partilha repertório que imaginaria cantado na rua, em manifestações, marchas ou concentrações. Fomos juntando gente e repertório, e percebendo que cada canção traz em si um potencial a novas dinâmicas de vozes nas ruas que gostávamos de partilhar.
JONAS
Jonas a partir do Fado explora tantas outros géneros que fazem parte do ADN da nossa canção nacional. Do cante Alentejano, à beira Baixa, passando pelo fado de Coimbra, Andaluzia e até mesmo Brasil esta é um concerto que apresenta o último álbum de Jonas intitulado Maça d’Adão e celebra a riqueza e diversidade cultural presentes na cultura portuguesa.
G-FEMA
O rap e o rap crioulo são um percurso e caminho de resistência e existência. Ainda mais no feminino. E G Fema tem trilhado esse caminho aguerrida mente. Em 2022 pisou, entre outros, os Palcos fo Rock in Rio e do MEO Kalorama. 2023 será um ano chave, regressando aos palcos e com o lançamento do EP e de alguns singles com colaborações de peso, que a posicionarão como a proeminente figura de proa do - cada vez mais difícil de conter - emergente som urbano das periferias de Lisboa para o Mundo.
punch - matiné dançante
Depois de três edições marcadas pela energia partilhada entre palco e público, a Matiné Dançante regressa para a sua 4ª edição - desta vez em casa nova: a BOTA Anjos
Num domingo à tarde dedicado à música ao vivo, esta edição aposta em 3 concertos que reforçam o espírito de proximidade, descoberta e celebração que define a Matiné. Sem filtros, sem pressas - apenas artistas e público no mesmo ritmo, num encontro cúmplice e dançante. Um convite para abrandar, ouvir e dançar. Um novo espaço, a mesma energia de sempre! O cartaz desta edição reúne três propostas imperdíveis
ELA JAGUAR
WE SEA
MANILA
Domingo. Música ao vivo. Comunidade.
A Matiné Dançante está de volta.
Birds Are Indie
Com "The Stone of Madness", o sétimo longa-duração da banda, os Birds Are Indie reforçam o caminho traçado no disco anterior "Ones & Zeros", dois registos que funcionam – na coerência do som, na dualidade das temáticas e na complementaridade da imagem – como dois espelhos que se reflectem. Depois de olharem em volta, para observar a comunidade e o mundo numa perspectiva distópica, voltam-se agora para o que habita no interior de cada pessoa, em busca do significado que pode ter uma pedra – ou será uma flor?...
33/76 - Duas Folhas Um Pais
Inauguração da exposição dedicada aos 50 anos da Constituição de Abril.
Celebrar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa (CRP) não é apenas um exercício de memória institucional, mas um resgate do fôlego democrático que interrompeu 48 anos de ditadura. Esta exposição propõe um diálogo visual através de dípticos em duas folhas A5: uma dedicada à herança cinzenta da Constituição de 1933 e outra à luminosidade da "promessa revolucionária" de 1976.
Jorge barata
Jorge Barata, cantautor Lisboeta de coração Farense, chega-nos desse vai-e-vem de álbum novo na voz para uma primeira apresentação.
De cantautoria renovada, com fidelidade transatlântica ainda, mas de mistura mais mexida. Álbum novo, o 2º, depois de 9 anos de navegação à vista.
A chegar às plataformas p'la rentrée, "M******* *****es*****" vai ser tocado pela primeira vez ao vivo dia 22 de Março.
LUta Livre
Luís Varatojo, artista com longa carreira na música portuguesa, fundador de bandas como Peste & Sida e A Naifa, apresenta ao vivo o terceiro álbum do seu mais recente projeto Luta Livre. Contrafação, editado em outubro de 2025, chega aos palcos em março de 2026, com concertos marcados para Lisboa, Porto, Coimbra e Barreiro.
Contrafação é um espaço híbrido onde se canta a saudade e se gritam palavras de ordem ao embalo de um combo inusitado - guitarras, percussão eletrónica e sintetizador - que toca fado, corridinho e malhão, mas também se faz à morna, ao reggae e ao rap, num cocktail musical eclético e livre.
É uma espécie de comício numa casa de fados dançante; uma sessão de esclarecimento musicada, com mensagens fortes e ritmos certeiros; um apelo à consciência e à resistência e um momento de partilha e de festa, porque não há luta sem festa, nem festa sem luta.
Luiz Caracol
Luiz Caracol é um músico, cantor e autor que tem uma identidade muito própria, fruto das influências de uma Lisboa multi-cultural, onde cresceu, e da ligação que sempre teve com algumas das culturas dos principais países de língua portuguesa.
Em 2013 editou o seu primeiro álbum “Devagar”, onde contou com convidados e parcerias autorais como Sara Tavares,
Fernanda Abreu, Jorge Drexler, Fernando Pessoa e Mia Couto.
Em 2017 editou o seu segundo álbum “Metade e meia”, onde volta a contar com colaborações especiais e parcerias autorais
com Aline Frazão, Zeca Baleiro, Edu Mundo e Paulo Flores. Em 2021 editou o EP “só.tão”, onde revelou todo o seu lado
multi-instrumentista, tendo gravado todos os instrumentos do EP, sendo que o seu último álbum, gravado e filmado ao vivo no
Estúdio Namouche, em Lisboa, foi lançado no inicio de 2024.
Ao vivo apresenta-se em trio, levando para palco as mesmas misturas e texturas sonoras que existem nos seus álbuns, onde
cantando e tocando Guitarra, Baixo, Cavaquinho e Percussão, com Gus Liberdade (Baixo, Percussão e Teclas) e Pedro Carvalho (Guitarra, Baixo e Percussão), criam um concerto carregado de ritmo e musicalidade, que é também uma espécie de viagem musical pelas suas mais impactantes vivências e influências.
Cgentil
CGENTIL sobe ao palco da BOTA para uma noite especial dedicada à apresentação do seu EP e de outras músicas de autoria própria entre piano, voz e live act. Natural da Madeira e atualmente baseada em Lisboa, a artista tem vindo a construir uma identidade sonora marcada por viagens hipnóticas que atravessam o mundo da música electrónica com sensibilidade, profundidade e intenção.
Neste concerto, CGENTIL convida-nos a entrar no universo que inspira o seu trabalho mais recente, apresenta o seu EP “Take your time” juntamente com músicas novas ainda não lançadas. Juntem-se a nós para um concerto imersivo e envolvente.
Vasco Ribeiro e o Apoio mútuo
Vasco Ribeiro é um cantautor e artista multidisciplinar. Cabecilha do projeto Vasco Ribeiro & Os Clandestinos e co-criador do projeto de música popular portuguesa Voz-Quando-Foge. Volta à BOTA, desta vez em nome próprio, para um concerto de apresentação e angariação de fundos para o novo álbum "Apoio Mútuo". Bem acompanhado por Rafael Osório de Castro, nas guitarras, e Francisco Nogueira, no contrabaixo.
João Mesquita
João Mesquita apresenta o seu primeiro álbum Olheiras, uma obra profundamente introspectiva, que traduz emoções cruas e sem filtros, sem seguir narrativas estruturadas. O artista aborda a composição como uma expressão direta do que sente no momento, explorando temas como solidão, saudade, raiva, ciúme, mas também amizade, alegria e esperança. "Olheiras" foi produzido por João Mesquita e com coprodução de João Borsch, conta com participação de mais de 20 músicos: o disco combina guitarras, teclados, baixo, bateria e voz, incluindo elementos orquestrais e sintetizadores. As influências vão da música clássica e bandas sonoras (Wagner, Herrmann, Badalamenti) ao pop mainstream (Olivia Rodrigo, Dua Lipa, The Weeknd) e MPB (João Bosco, Bala Desejo).
O título Olheiras simboliza maturidade e o esforço emocional e físico investido no projeto. O álbum será lançado a 30 de janeiro de 2026.
SAL
Os SAL são uma banda portuguesa que nasce da vontade de recuperar o essencial da música: a partilha genuína entre músicos e público, sem artifícios, sem moldes pré-fabricados. A sua sonoridade resulta de uma fusão orgânica de influências que atravessam o rock, o folk e a música de raiz, mas sempre com um cunho próprio, marcado pela verdade da execução ao vivo.
Em palco, recusam a perfeição maquilhada das produções em série. A sua força está precisamente na imperfeição bela e humana: a corda que vibra, a respiração antes de uma frase, o improviso que surge do diálogo entre instrumentos. Cada concerto é um acontecimento irrepetível, onde o público não ouve apenas música — vive-a, sente-a, respira-a.
Num tempo em que grande parte do que passa nas rádios se constrói em laboratórios digitais, polido até à exaustão e pensado para encaixar em fórmulas pré-definidas, os SAL oferecem uma alternativa rara: música verdadeira, feita de carne e osso, suor e alma. Não procuram encaixar-se no molde do "produto", mas sim honrar o ofício do músico — aquele que toca, experimenta, arrisca e se expõe.
cherry
Ana "Cherry" Caldeira começou a cantar em 2009, ao mesmo tempo que ingressava no ensino superior e se juntava ao Coro da Universidade Técnica de Lisboa, tendo sido o irmão a sua maior influência ao rodeá-la de música, nos mais variados géneros, desde que nascera.
Formou duos com diferentes guitarristas (Miguel Sousa, Miguel Monteiro, Miguel Cervini), com diferentes repertórios, mas foi com o trio Cherry Jam (Ruben Portinha, Nuno Barreto) que foi vista a cantar por Rui Ribeiro (Aurea), que a convidou a ser a voz dos temas que tinha composto. As músicas e letras, de sua autoria, falavam de histórias de mulheres que conhecia e que imaginava.
BERnardo
Bernardo, é Sonia Bernardo, produtora, multi-instrumentista e artista luso-britânica. Lançou o seu primeiro álbum Secrets Of Six-Figure Women em Setembro, que recebeu importantes apoios de publicações como a Clash e a Rolling Stone, e dos DJs Gilles Peterson e Huw Stephens. Escrito e produzido por Bernardo e co-produzido por Dave Maclean (Django Django), o disco entrelaça influências britânicas e portuguesas numa reflexão sofisticada sobre a ambição e identidade modernas. A exploração matizada da idade adulta ganha vida através dos arranjos distintivos de Sean O'Hagan (The High Llamas), com a mistura a cargo de Syd Kemp (Ulrika Spacek) e Dom Shaw (Real World Studios).
Of Fragility and Impermanence
É o projecto mais recente de André Carvalho que explora a natureza transitória da existência humana enquanto celebra a delicadeza do som e da beleza fugaz de momentos. Enraizado na dualidade da fragilidade e da impermanência, este trabalho abraça a vulnerabilidade como um caminho para a auto-descoberta.
Motel Plaza + EMA
Os MOTEL PLAZA são uma banda Lisboeta de indie rock, composta por Tiago Plutão (voz), João Sousa (teclas), Frederico Carvalho (baixo) e João Pedroso (bateria). O primeiro álbum, CICLOS, produzido por Francisco Dias Pereira (Them Flying Monkeys) e gravado no Black Sheep Studios, explora a existência de uma pessoa do nascimento à morte, com cada música a representar uma fase da vida.
Marlon ruivo + Escárnio
Os Marlon Ruivo são um coletivo de Lisboa que opera entre o punk, o spoken word e a distorção, como quem busca beleza entre escombros. A formação saltou do underground lisboeta há dois anos e solidificou-se há cerca de um, com Pedro Augusto na voz e cuspo (The Big Church of Fire, Juan Inferno, Duas Semicolcheias Invertidas), Carlos Faia Fernandes na guitarra (Robot Dealer, C4), Ricardo Ventura no baixo e Miguel Costa na bateria (Blasted Mechanism, Zorg, The Quartet of Whoah).
Escárnio alimenta-se de revolta e verdade através de um rock sentido na pele e no osso, de acção directa. Punk no feeling e quase glam na forma como encarreira o rugido das guitarras e o stomp da bateria em refrões infecciosos. Tudo a servir uma lírica ácida e acutilante, sem medos.
Inóspita
Inóspita, alter ego de Inês Matos, é a procura de um compromisso com o formato da canção e de uma abordagem própria ao seu instrumento, privilegiando a narrativa melódica apenas à guitarra.
na minha terra, Carnaval é religião
O filme é um retrato vibrante e necessário de uma transformação em curso: uma celebração da força coletiva que brota das ruas, atravessa fronteiras e transforma adversidade em festa.
Slowburner
Entre memórias e possibilidades, este é um concerto que propõe escuta, presença e viagem interior. Uma experiência que, mais do que definida por géneros ou fórmulas, se deixa guiar por sensações e vive no espaço aberto entre o que se ouve e o que se imagina.
Malammore
Aurora, o disco de estreia de Malammore, projecto musical de Sandro Feliciano, nascido em Lisboa em 2005. Do teatro à escrita, dos poemas às primeiras músicas, Malammore construiu um universo onde a poesia encontra o som.
Tiago Sousa - SUSTAINED tONES vOL. I
Tiago Sousa, pianista, organista e compositor autodidata, a construir um percurso musical marcadamente minimalista e contemporâneo.
Marcos santos - Common Ground
O baterista e compositor português Marco Santos, conhecido pelas suas múltiplas criações, colaborações e projetos coletivos, apresenta-se em Common Ground num registo solo, íntimo e imersivo. Entre bateria, eletrónica e voz, explora um território onde minimalismo, improvisação e poesia se encontram, cruzando o corpo com o instrumento, o orgânico com o eletrónico, o ser com o acontecer.
CICLO DE LITERATURA E PSICANÁLISE LEITURAS À CONVERSA
DEIXAR-SE CAIR DA ALTURA DAS PALAVRAS
Com: Marta Chaves e Maria Matias | Moderação Rita Pupo
Mergulharemos em Rainer Maria Rilke para sentir e pensar a partir das suas 'Notas sobre a melodia das coisas', em diálogo íntimo com o texto 'Cair em si e deixar cair', de Maria Filomena Molder.
SOBRE O CICLO:
É histórica a relação entre criação literária e psicanálise, as vias de exploração múltiplas e os diálogos tantos quanto a imaginação sonhar. Seres oníricos em eterno recomeço, Ícaros voando junto ao sol, propomos, nessa busca humana de sentido profundo, juntar no mesmo divã literatura e psicanálise.
Conosco sentar-se-ão diferentes convidados para, entre leituras e conversas, labirintos de luz e sombra, pensar e explorar os caminhos de sublimação e transfiguração do eu no mundo. Cada sessão um ponto de partida ou uma livre associação para novas paisagens e narrativas.
Sir Dinha Blues Band - abw
São quatro jovens e já andam por aí há algum tempo, tentando mostrar o que aprenderam ao ouvir Stevie Ray Vaughan, B.B. King, Gary Moore e outros. Rafael Keil Verde (baixo), António Gorjão-Henriques (bateria), Francisco Bouza Serrano (voz e guitarra) e Pedro Duque Balikó (guitarra) formaram uma banda a que deram o nome de Sir Dinha Blues Band
Jacarandá - abw
Os JACARANDÁ são uma banda que mistura blues, rock psicadélico e música tribal, com cunho social e político.
A sua música é inspirada no universo e na sonoridade do Mississipi Blues, de onde tiram a sua cadência minimalista e xamânica, eletrificando-a e misturando-a com outras influências.
Nico & the Bluebirds - abw
Nico & the Bluebirds mostram o lado Soul e R&B de Nico Guedes, que se senta à bateria para cantar as músicas que arranjou com João Luzia (Guitarra), Guilherme Minnemann (Teclados) e Tiago Guerra (Baixo), todos músicos da nova geração, super talentosos!
conversa em azul - abw / fjs
A escritora e investigadora Beth Olegário, a DJ e produtora musical Maribell e o músico e antropólogo Meno Del Picchia discutem o blues enquanto música de resistência e prática de encontro, tanto a partir de uma perspectiva histórica quanto na consideração de seus desdobramentos contemporâneos.
Sessão de escuta “Transbordará” - Álbum dos erosão
Podemos finalmente partilhar convosco o primeiro, o último e o póstumo disco de Erosão.
O culminar de sete anos de concertos, partilhas e viagens de cinco pessoas.
Blues em curtas - abw / Goethe-institut
A mostra de curtas-metragem* em torno do Blues marca a abertura da 3a Arroios Blues Festival, com acolhimento do Goethe-Institut Lisboa.
EISENSTADT/FORMANEK/TAUBENFELD/LOPES
EISENSTADT/FORMANEK/TAUBENFELD/LOPES
Este quarteto Nova Iorque/Lisboa junta dois músicos da cena Nova Iorquina, Harris Eisenstad baterista Nova Iorquino em tour pela Europa e Michael Formanek veterano superstar do Jazz actual a residir agora em Portugal aos dois Lisboetas Luis Lopes (guitarra) e Ziv Taunbenfeld (clarinete baixo) este último oriundo da cena jazzistica e improvisação de Amsterdão e nascido em Israel.
YAKALAKAYA – UMBANGU PERFORMANCE
UMBANGU (uma palavra Kikongo e Kimbundu para arte) é uma exploração visceral das cicatrizes da desapropriação histórica em África, narrando o legado roubado de obras de arte, ideias e recursos. Simultaneamente, o corpo em movimento do artista representa um Musaka (casulo em Kimbundu) cujo renascimento emerge da espiral do tempo e regressa ao barro original da terra.
Ana Mariano
Cantora, compositora e guitarrista, Ana Mariano tem vindo a deixar a sua marca na industria musical, pela força das palavras que escreve e envolve com a sua voz profunda, timbre vibrante e ímpar e presença cativante e carismática.
Oioai
Mesmo quando a ideia é resolver o passado ou fumar o cachimbo da paz, há sempre o risco de a história se repetir. Sobretudo quando já se passou por tanto rock’n’roll juntos. “Já compensou. Queria voltar a ter a sensação ‘de banda’ que só tive com eles. É um disco que tem cá muita amizade dentro.” E continua: “Ter uma banda é simultaneamente a melhor e a pior coisa do mundo. É ter quatro namoradas ao mesmo tempo, mas também sentir que estão cinco pessoas a trabalhar para a mesma coisa.”
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