Programação
Slowburner
Entre memórias e possibilidades, este é um concerto que propõe escuta, presença e viagem interior. Uma experiência que, mais do que definida por géneros ou fórmulas, se deixa guiar por sensações e vive no espaço aberto entre o que se ouve e o que se imagina.
na minha terra, Carnaval é religião
O filme é um retrato vibrante e necessário de uma transformação em curso: uma celebração da força coletiva que brota das ruas, atravessa fronteiras e transforma adversidade em festa.
Inóspita
Inóspita, alter ego de Inês Matos, é a procura de um compromisso com o formato da canção e de uma abordagem própria ao seu instrumento, privilegiando a narrativa melódica apenas à guitarra.
Marlon ruivo + Escárnio
Os Marlon Ruivo são um coletivo de Lisboa que opera entre o punk, o spoken word e a distorção, como quem busca beleza entre escombros. A formação saltou do underground lisboeta há dois anos e solidificou-se há cerca de um, com Pedro Augusto na voz e cuspo (The Big Church of Fire, Juan Inferno, Duas Semicolcheias Invertidas), Carlos Faia Fernandes na guitarra (Robot Dealer, C4), Ricardo Ventura no baixo e Miguel Costa na bateria (Blasted Mechanism, Zorg, The Quartet of Whoah).
Escárnio alimenta-se de revolta e verdade através de um rock sentido na pele e no osso, de acção directa. Punk no feeling e quase glam na forma como encarreira o rugido das guitarras e o stomp da bateria em refrões infecciosos. Tudo a servir uma lírica ácida e acutilante, sem medos.
Motel Plaza + EMA
Os MOTEL PLAZA são uma banda Lisboeta de indie rock, composta por Tiago Plutão (voz), João Sousa (teclas), Frederico Carvalho (baixo) e João Pedroso (bateria). O primeiro álbum, CICLOS, produzido por Francisco Dias Pereira (Them Flying Monkeys) e gravado no Black Sheep Studios, explora a existência de uma pessoa do nascimento à morte, com cada música a representar uma fase da vida.
Of Fragility and Impermanence
É o projecto mais recente de André Carvalho que explora a natureza transitória da existência humana enquanto celebra a delicadeza do som e da beleza fugaz de momentos. Enraizado na dualidade da fragilidade e da impermanência, este trabalho abraça a vulnerabilidade como um caminho para a auto-descoberta.
BERnardo
Bernardo, é Sonia Bernardo, produtora, multi-instrumentista e artista luso-britânica. Lançou o seu primeiro álbum Secrets Of Six-Figure Women em Setembro, que recebeu importantes apoios de publicações como a Clash e a Rolling Stone, e dos DJs Gilles Peterson e Huw Stephens. Escrito e produzido por Bernardo e co-produzido por Dave Maclean (Django Django), o disco entrelaça influências britânicas e portuguesas numa reflexão sofisticada sobre a ambição e identidade modernas. A exploração matizada da idade adulta ganha vida através dos arranjos distintivos de Sean O'Hagan (The High Llamas), com a mistura a cargo de Syd Kemp (Ulrika Spacek) e Dom Shaw (Real World Studios).
João Mesquita
João Mesquita apresenta o seu primeiro álbum Olheiras, uma obra profundamente introspectiva, que traduz emoções cruas e sem filtros, sem seguir narrativas estruturadas. O artista aborda a composição como uma expressão direta do que sente no momento, explorando temas como solidão, saudade, raiva, ciúme, mas também amizade, alegria e esperança. "Olheiras" foi produzido por João Mesquita e com coprodução de João Borsch, conta com participação de mais de 20 músicos: o disco combina guitarras, teclados, baixo, bateria e voz, incluindo elementos orquestrais e sintetizadores. As influências vão da música clássica e bandas sonoras (Wagner, Herrmann, Badalamenti) ao pop mainstream (Olivia Rodrigo, Dua Lipa, The Weeknd) e MPB (João Bosco, Bala Desejo).
O título Olheiras simboliza maturidade e o esforço emocional e físico investido no projeto. O álbum será lançado a 30 de janeiro de 2026.
Malammore
Aurora, o disco de estreia de Malammore, projecto musical de Sandro Feliciano, nascido em Lisboa em 2005. Do teatro à escrita, dos poemas às primeiras músicas, Malammore construiu um universo onde a poesia encontra o som.
Tiago Sousa - SUSTAINED tONES vOL. I
Tiago Sousa, pianista, organista e compositor autodidata, a construir um percurso musical marcadamente minimalista e contemporâneo.
Marcos santos - Common Ground
O baterista e compositor português Marco Santos, conhecido pelas suas múltiplas criações, colaborações e projetos coletivos, apresenta-se em Common Ground num registo solo, íntimo e imersivo. Entre bateria, eletrónica e voz, explora um território onde minimalismo, improvisação e poesia se encontram, cruzando o corpo com o instrumento, o orgânico com o eletrónico, o ser com o acontecer.
CICLO DE LITERATURA E PSICANÁLISE LEITURAS À CONVERSA
DEIXAR-SE CAIR DA ALTURA DAS PALAVRAS
Com: Marta Chaves e Maria Matias | Moderação Rita Pupo
Mergulharemos em Rainer Maria Rilke para sentir e pensar a partir das suas 'Notas sobre a melodia das coisas', em diálogo íntimo com o texto 'Cair em si e deixar cair', de Maria Filomena Molder.
SOBRE O CICLO:
É histórica a relação entre criação literária e psicanálise, as vias de exploração múltiplas e os diálogos tantos quanto a imaginação sonhar. Seres oníricos em eterno recomeço, Ícaros voando junto ao sol, propomos, nessa busca humana de sentido profundo, juntar no mesmo divã literatura e psicanálise.
Conosco sentar-se-ão diferentes convidados para, entre leituras e conversas, labirintos de luz e sombra, pensar e explorar os caminhos de sublimação e transfiguração do eu no mundo. Cada sessão um ponto de partida ou uma livre associação para novas paisagens e narrativas.
Sir Dinha Blues Band - abw
São quatro jovens e já andam por aí há algum tempo, tentando mostrar o que aprenderam ao ouvir Stevie Ray Vaughan, B.B. King, Gary Moore e outros. Rafael Keil Verde (baixo), António Gorjão-Henriques (bateria), Francisco Bouza Serrano (voz e guitarra) e Pedro Duque Balikó (guitarra) formaram uma banda a que deram o nome de Sir Dinha Blues Band
Jacarandá - abw
Os JACARANDÁ são uma banda que mistura blues, rock psicadélico e música tribal, com cunho social e político.
A sua música é inspirada no universo e na sonoridade do Mississipi Blues, de onde tiram a sua cadência minimalista e xamânica, eletrificando-a e misturando-a com outras influências.
Nico & the Bluebirds - abw
Nico & the Bluebirds mostram o lado Soul e R&B de Nico Guedes, que se senta à bateria para cantar as músicas que arranjou com João Luzia (Guitarra), Guilherme Minnemann (Teclados) e Tiago Guerra (Baixo), todos músicos da nova geração, super talentosos!
conversa em azul - abw / fjs
A escritora e investigadora Beth Olegário, a DJ e produtora musical Maribell e o músico e antropólogo Meno Del Picchia discutem o blues enquanto música de resistência e prática de encontro, tanto a partir de uma perspectiva histórica quanto na consideração de seus desdobramentos contemporâneos.
Sessão de escuta “Transbordará” - Álbum dos erosão
Podemos finalmente partilhar convosco o primeiro, o último e o póstumo disco de Erosão.
O culminar de sete anos de concertos, partilhas e viagens de cinco pessoas.
Blues em curtas - abw / Goethe-institut
A mostra de curtas-metragem* em torno do Blues marca a abertura da 3a Arroios Blues Festival, com acolhimento do Goethe-Institut Lisboa.
EISENSTADT/FORMANEK/TAUBENFELD/LOPES
EISENSTADT/FORMANEK/TAUBENFELD/LOPES
Este quarteto Nova Iorque/Lisboa junta dois músicos da cena Nova Iorquina, Harris Eisenstad baterista Nova Iorquino em tour pela Europa e Michael Formanek veterano superstar do Jazz actual a residir agora em Portugal aos dois Lisboetas Luis Lopes (guitarra) e Ziv Taunbenfeld (clarinete baixo) este último oriundo da cena jazzistica e improvisação de Amsterdão e nascido em Israel.
YAKALAKAYA – UMBANGU PERFORMANCE
UMBANGU (uma palavra Kikongo e Kimbundu para arte) é uma exploração visceral das cicatrizes da desapropriação histórica em África, narrando o legado roubado de obras de arte, ideias e recursos. Simultaneamente, o corpo em movimento do artista representa um Musaka (casulo em Kimbundu) cujo renascimento emerge da espiral do tempo e regressa ao barro original da terra.
Ana Mariano
Cantora, compositora e guitarrista, Ana Mariano tem vindo a deixar a sua marca na industria musical, pela força das palavras que escreve e envolve com a sua voz profunda, timbre vibrante e ímpar e presença cativante e carismática.
Oioai
Mesmo quando a ideia é resolver o passado ou fumar o cachimbo da paz, há sempre o risco de a história se repetir. Sobretudo quando já se passou por tanto rock’n’roll juntos. “Já compensou. Queria voltar a ter a sensação ‘de banda’ que só tive com eles. É um disco que tem cá muita amizade dentro.” E continua: “Ter uma banda é simultaneamente a melhor e a pior coisa do mundo. É ter quatro namoradas ao mesmo tempo, mas também sentir que estão cinco pessoas a trabalhar para a mesma coisa.”
festival emergente 2025
A 7.ª edição do Festival Emergente realiza-se pela segunda vez na BOTA, nos dias 26, 27 e 28 de dezembro. 18 concertos ao longo de 3 dias de celebração da maior edição do festival, depois da maior participação de sempre no seu Open Call: 134 candidaturas.
O FestivalEmergente é, desde a sua primeira edição, o “festival da nova geração da música portuguesa” independente. Um festival centrado naquilo que melhor define a música emergente nacional: a profusão de sonoridades muito diversas e ecléticas, que por sua vez resultam de uma enorme diversidade de misturas entre o indie-rock, a música tradicional, a música electrónica de dança, o jazz e a música autoral cantada em português.
Takatum
Como um sonho, luz abre caminhos para descobertas em forma de música e movimento. O que nasce da terra? Vamos brincar? Que imagens quero guardar? Que prenda me ajudar a imaginar?
Ideias iluminadas pelo nosso interior, onde vive a LUZ que nos faz sonhar e criar...
duques do precariado
Os Duques do Precariado vêm apresentar o seu segundo disco, "Encarnação". São cinco corpos, a fazer música como expressão de um modo de vida com possibilidades por explorar. Cantam as coisas que afligem a carne. A morte dos que amam, a própria morte, e a morte do mundo conhecido. Cantam o amor, as suas imitações especiosas e os muitos renascimentos que o milagre da duração permite.
LEITURAS À CONVERSA |CICLO DE LITERATURA E PSICANÁLISE
É histórica a relação entre criação literária e psicanálise, as vias de exploração múltiplas e os diálogos tantos quanto a imaginação sonhar. Seres oníricos em eterno recomeço, Ícaros voando junto ao sol, propomos, nessa busca humana de sentido profundo, juntar no mesmo divã literatura e psicanálise.
Connosco sentar-se-ão diferentes convidados para, entre leituras e conversas, labirintos de luz e sombra, pensar e explorar os caminhos de sublimação e transfiguração do eu no mundo. Cada sessão um ponto de partida ou uma livre associação para novas paisagens e narrativas.
Takatum
Como um sonho, luz abre caminhos para descobertas em forma de música e movimento. O que nasce da terra? Vamos brincar? Que imagens quero guardar? Que prenda me ajudar a imaginar?
Ideias iluminadas pelo nosso interior, onde vive a LUZ que nos faz sonhar e criar...
Oficina de Sobrevivência Criativa
Nesta oficina serão oferecidas ferramentas simples e acessíveis para tecer uma trama mais vibrante com o novelo das nossas vidas. Serão apresentadas práticas que irão explorar principalmente três modos perceptivos: o visivo, o auditivo e o proprioceptivo (a percepção do corpo através do próprio corpo).
António Norton
Um dialogo musical entre a poesia de António Gedeão e do seu neto António Norton. Entre a contemplação, o espanto, o assombro, o arrebatamento, o lirismo, a revolução e a Poesia. Sempre a Poesia.
aniversario atómico
Nos dias 29 e 30 de novembro, a ATOMS MGMT celebra o seu segundo aniversário com dois dias de concertos na BOTA Anjos (Lisboa). O evento, que se afirma já como uma tradição anual no calendário da música independente, apresenta Matilde Leite e Xico Gaiato no primeiro dia, e Bonança e Cíntia + Rezmorah no segundo. Com um bilhete diário de 12 BOTAS e passe geral de 20 BOTAS, o Aniversário Atómico 2025 promete voltar a reunir artistas e público num ambiente de celebração, comunhão e descoberta.
Too Many Suns + Alcabala
Em 2018, juntaram-se os amigos Hugo Hugon (guitarra e voz) e João Cardoso (bateria) e nasceram os Too Many Suns. Em 2025 chega Teenage Dreams, o primeiro single do próximo trabalho da banda. Com tangentes a Connan Mockasin e Mercury Rev, a banda despe-se mais uma vez de regras e, na sua habitual dança de guitarras e teclados, imerge em contrastes num mundo psicadélico para cantar os anseios e emoções contraditórios próprios da adolescência.
CICLO DE LITERATURA E PSICANÁLISE |LEITURAS À CONVERSA
O INACESSÍVEL E A PÁGINA EM BRANCO
com: Ana Marques Gastão e Miguel Moita | Moderação Rita Pupo
SOBRE O CICLO:
É histórica a relação entre criação literária e psicanálise, as vias de exploração múltiplas e os diálogos tantos quanto a imaginação sonhar. Seres oníricos em eterno recomeço, Ícaros voando junto ao sol, propomos, nessa busca humana de sentido profundo, juntar no mesmo divã literatura e psicanálise.
Connosco sentar-se-ão diferentes convidados para, entre leituras e conversas, labirintos de luz e sombra, pensar e explorar os caminhos de sublimação e transfiguração do eu no mundo. Cada sessão um ponto de partida ou uma livre associação para novas paisagens e narrativas.
Sam Nobrega
Sam Nóbrega apresenta-se em formato trio na BOTA, trazendo uma experiência intimista e envolvente ao lado de Neto (bateria e samples) e Taty (baixo, guitarra e backing vocals). O repertório centra-se em “Ponta de Dois Lados”, álbum de estreia lançado em 22 de novembro de 2024 nos formatos digital e vinil, trabalho construído ao longo de seis anos e que marca Sam como o primeiro artista brasileiro a integrar o selo britânico Freestyle Records .
HUMAN NATURES + Castilho
HUMAN NATURES APRESENTAM O ÁLBUM ESTREIA 'ELECTRIC DREAMS'
O aguardado álbum de estreia dos HUMAN NATURES, 'ELECTRIC DREAMS', chega a 7 de Novembro. Com uma profundidade atmosférica e uma sensibilidade melódica singulares, 'ELECTRIC DREAMS' revela-se como uma viagem onírica impregnada de amor pela vida e pelo planeta.
Longe do formato convencional de “lead singer”, a banda assume uma identidade plural, em que os diferentes elementos assumem alternadamente as vozes. O resultado é uma tapeçaria sonora inspirada pelo shoegaze, indie pop e dream rock, onde se entrelaçam camadas de guitarras elétricas, harmonias vocais, pianos, sintetizadores e arranjos subtis de sopros e cordas.
Além da edição nas plataformas digitais, 'ELECTRIC DREAMS' terá edição física em vinil duplo e colorido.
O espectáculo contará com a primeira parte de Castilho, músico Lisboeta que nos trás a sua pop bucólica e harmoniosa, reminiscente dos anos 70.
Janeiro
JANElRO solo — “Fugacidade” (voz e guitarra)
Depois de apresentar o álbum Fugacidade em formato banda, Janeiro regressa agora num registo mais íntimo — voz e guitarra — para revisitar as canções que o tornaram um dos nomes mais singulares da nova música portuguesa. Neste concerto, a essência de Fugacidade revela-se em estado puro: um encontro entre a fragilidade e a contemplação, entre o silêncio e a palavra. É uma viagem pela transitoriedade das coisas, pelas fugas e retornos, pelos espaços onde a cidade e o campo se tocam dentro de nós.
Num formato despido e próximo do público, Janeiro convida-nos a escutar de perto as histórias e as emoções que deram origem às canções do disco nomeado para o Latin Grammy na categoria de Melhor Álbum POP em Língua Portuguesa — um momento de partilha, honestidade e presença.
Inês Sousa
Depois de vários anos a tocar e integrar bandas de artistas como Julie & the Carjackers, Afonso Cabral, Mais Alto! ou Tipo, INÊS SOUSA lança-se finalmente como artista a solo e em nome próprio em 2025. O seu primeiro disco chama-se "Mikado" e terá o selo da editora LOUVA-A-DEUS. Para criar este "Mikado", INÊS SOUSA contou com três músicos com quem já tinha trabalhado noutros projectos que também a acompanham em palco: João Correia (bateria e percussões), António Vasconcelos Dias (guitarras) e Pedro Pinto (contrabaixo e baixo eléctrico).
Nino Galissá com Braima Galissá e Djonsaba Kanuté -WMW
Nino Galissá com Braima Galissá e Djonsaba Kanutê apresentam a música dos Griots honrando a sua ancestralidade com o Kora, instrumento africano de várias cordas, acompanhados pela naturalidade e familiaridade da voz de Kanutê.
Barlovento sur -WMW
Barlovento Sur é um grupo constituído por Josefa Ibarra, Jorge Pacheco, Luisina Rábago e Beatriz Raimundo, que abraça a estética do new latin folk, onde exploram a mistura do pulso da percussão tradicional com harmonias abertas, e o lirismo das cordas com a força das vozes.
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